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“Ontem se chegou ao limite do que não deve ser feito”, diz Cunha

Câmara aprovou reajuste igual ao do salário mínimo para todas as pensões e aposentadorias

Brasil|Da Agência Câmara

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Cunha: 'A emenda aprovada foi um erro, que precisa ser corrigido'
Cunha: 'A emenda aprovada foi um erro, que precisa ser corrigido'

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, criticou nesta quinta-feira (25) a aprovação de uma emenda à Medida Provisória 672/15 que amplia cálculo de reajuste anual do salário mínimo para todas as aposentadorias e pensões. Contra a vontade do governo, a emenda foi aprovada ontem por 206 votos contra 179.

— É bom que a gente chame a consciência de que tudo tem limite. Ontem se chegou ao limite do que não deve ser feito. A emenda aprovada foi um erro, que precisa ser corrigido. Se não, o sinal que daremos ao mercado é de descontrole da política fiscal, de tal maneira que não haverá medidas que possam resolver.


Para Cunha, a solução seria o governo não sancionar a Medida Provisória e simplesmente deixá-la perder a validade.

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Por isso, ele acredita que a aprovação da emenda prejudicou o objetivo original da MP, de aprovar uma política de reajuste para o salário mínimo.

— Quem fez aquilo ontem [aprovar a emenda] praticou um ato contra os trabalhadores. Não se trata de proteger os aposentados, mas de dar uma correção salarial a todos os aposentados, com recursos públicos, o que nem os funcionários da ativa têm direito.

A MP 672/15 mantém as atuais regras de reajuste do salário mínimo para o período de 2016 a 2019. O reajuste é calculado pela soma da variação da inflação (INPC) e do PIB (Produto Interno Bruto, que é a soma de todas as riquezas do País). A matéria, aprovada por 287 votos a 12, será votada ainda pelo Senado.

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