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Partido da República vai ao STF contra norma que pune por irregularidade em conta eleitoral

Para o PR, TSE "legislou" ao editar normas

Brasil|Do R7

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O PR (Partido da República) protocolou ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para derrubar duas resoluções do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), de 2004 e de 2007, sobre prestação de contas eleitorais. A primeira norma questionada prevê punição nos casos de irregularidade nas prestações de contas de partidos. A segunda resolução estabeleceu uma proibição de recebimento de doações de titulares de cargos "demissíveis" — de livre nomeação — com condição de "autoridade".

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Para justificar o pedido levado ao Supremo, o partido alega que o texto do TSE está "produzindo efeitos nas prestações de contas das eleições nacionais" que ocorreram em 2014. O PR quer que o Supremo suspenda a vigência dos dispositivos e, no mérito, declare a inconstitucionalidade das normas. A alegação ao Supremo é de que o TSE "legislou" ao editar o trecho da resolução 21.841, de 2004, que prevê o recolhimento ao Fundo Partidário de recursos recebidos indevidamente por fontes vedadas pela legislação.

Na outra resolução (22.585, de 2007), o TSE veda aos partidos o recebimento de doações de titulares de cargos de livre nomeação da administração "desde que tenham condição de autoridades". O PR alega que os filiados do partido ficaram impedidos de contribuir, o que caracteriza perda de direitos políticos partidários "em decorrência da limitação de seu direito de bem dispor de sua remuneração". O caso foi distribuído ao ministro Teori Zavascki.

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