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PF prende 14 de 21 acusados em nova operação da Lava Jato

Atividades ocorrem nesta sexta-feira (14) em cinco Estados e no Distrito Federal

Brasil|Do R7

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Em coletiva concedida na manhã desta sexta-feira (14) na sede da PF (Polícia Federal) em Curitiba, os responsáveis pela sétima etapa da operação Lava Jato relataram já terem prendido 14 pessoas das 21 que possuem mandado de prisão preventiva em seu nome.

No momento, os representantes da PF apontaram que alguns dos investigados estão fora do País, e que não esperavam prender todos os acusados nesta sexta-feira. Este número é considerado "satisfatório", relata a instituição.


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Ainda foi relatado que era preciso aguardar o momento ideal para efetuar as prisões. Aqueles que não foram encontrados nesta manhã pela PF já estão impedidos de deixar o País.


Muitos dos procurados deixaram o País por um certo tempo, aguardando que a operação ocorresse, relata a PF. Outros já costumavam viajar com frequência ao exterior ou dormir em hotéis nas próprias cidades onde residem, com o objetivo de despistar os agentes da operação.

Lava Jato


A PF (Polícia Federal) deflagrou nesta sexta-feira (14) a sétima fase da operação Lava Jato, que investiga organizações criminosas responsáveis por desvio de dinheiro público e lavagem de grandes quantias de dinheiro. Foram expedidos 27 mandados de prisão, sendo seis de prisão preventiva e 21 de prisão temporária.

Também foi decretado o bloqueio de cerca de R$ 720 milhões em bens pertencentes aos investigados pela PF.

Participam da operação 300 policiais federais, junto a 50 servidores da Receita Federal. Além dos 27 mandados de prisão, estão sendo cumpridos outros 49 mandados de busca e apreensão e nove de condução coercitiva no Distrito Federal e nos Estados de Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

Onze mandados estão sendo cumpridos em grandes empresas. Todos analisam crimes de organização criminosa, formação de cartel, corrupção, fraude à Lei de Licitações e lavagem de dinheiro.

Mais cedo, Renato Duque, ex-diretor de serviços da Petrobras, já havia sido preso em sua casa, no Rio de Janeiro. Também foi preso o executivo Otto Garrido Sparenberg, Iesa Óleo e Gás.

Policiais também vasculharam endereços da Odebrecht e de três de seus executivos. Trata-se de Márcio Faria da Silva, Rogério Campos de Araújo e Saulo Vinicius Rocha Silveira.

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