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PMDB vai apoiar as medidas de ajuste fiscal, diz Kátia Abreu

Integrantes do partido participaram de um jantar ontem na residência oficial de Michel Temer

Brasil|Da Agência Brasil

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Kátia Abreu: 'Foi uma reunião maravilhosa'
Kátia Abreu: 'Foi uma reunião maravilhosa'

O PMDB vai apoiar as medidas de ajustes fiscal propostas pelo governo. Essa foi a conclusão do encontro entre dirigentes do partido e integrantes do governo, em jantar realizado na noite da última segunda-feira (23), no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Michel Temer.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez uma apresentação das duas medidas provisórias, enviadas ao Congresso Nacional, que modificam o acesso a benefícios trabalhistas.


As Medidas Provisórias 664 e 665, entre outros assuntos, determinam novas regras para acesso a benefícios previdenciários como, por exemplo, abono salarial, seguro-desemprego e auxílio-doença.

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A informação sobre o apoio do PMDB e sobre a apresentação do ministro Levy sobre as medidas do governo foi passada pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu.

Segundo ela, o ministro Levy — ao justificar a necessidade de adoção das medidas — fez uma explicação “bastante contundente, bastante clara da situação” econômica do País.


De acordo com Kátia Abreu, Levy pediu a aprovação das medidas e deixou uma sensação de “otimismo muito grande” para os próximos anos.

— Foi uma reunião maravilhosa. Mais uma vez o PMDB vai apoiar as medidas do governo. O PMDB vai apoiar as duas MPs.


Além de Levy, estiveram presentes os ministros do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

De acordo com a ministra, durante o encontro os participantes não entraram em detalhes sobre se o apoio se dará diretamente ao texto original das medidas enviadas ou se haverá modificação nas propostas. Segundo ela, o apoio de qualquer forma se dará na forma que o ajuste fiscal exige.

— O partido assumiu o compromisso de apoiar as medidas.

Participaram da reunião todos os ministros do partido no governo Dilma Rousseff, além dos presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Eduardo Cunha. Conforme disse Kátia Abreu, Cunha foi um dos “mais contundentes [participantes a] apoiar as medidas do governo”.

Lideranças do partido — como o ex-presidente José Sarney — também participaram do jantar, além do ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante (único integrante do PT).

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