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População adulta deve estar 100% vacinada até outubro, diz Queiroga

Segundo o ministro, a nova previsão é possível por causa da aceleração do PNI (Programa Nacional de Imunização)

Brasil|Da Agência Brasil

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga Edilson Rodrigues/Agência Senado 06.05.2021

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quinta-feira (19) que o governo federal espera completar o ciclo vacinal de toda a população adulta do Brasil até o final de outubro. A afirmação foi feita ao programa Voz do Brasil, até então a previsão era até o fim do ano.

A mudança acontece em decorrência da aceleração do PNI (Programa Nacional de Imunização) e da entrega antecipada de doses pelos institutos nacionais e por laboratórios internacionais. Queiroga afirmou que o governo “está tranquilo” em relação aos prazos e expectativas divulgados, e que as remessas de imunizantes continuarão em fluxo constante para os estados.

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“Isso é fruto da estratégia de utilizar formas diversificadas para entrega das vacinas. Além de acordos de transferência de tecnologia, as encomendas a farmacêuticas internacionais. Isso faz com que tenhamos mais de 68 milhões de doses para serem distribuídas neste mês de agosto”, relatou.

Medidas em vigor

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Segundo esclareceu Queiroga, não há qualquer mudança nas medidas sanitárias em vigor. O ministro afirmou que, à medida que a vacinação avança e as taxas de contágio e mortalidade caem, é possível flexibilizar os protocolos em vigor.

O ministro frisou, ainda, a importância de se completar o esquema vacinal com a segunda dose. “A imunização só está completa após a segunda dose”, relembrou.

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Atrasos

A logística de distribuição de doses entre estados e municípios após as entregas feitas do governo federal - além da distribuição proporcional de doses em relação aos grupos prioritários de cada região - são os principais motivos pelos quais há atrasos nas entregas de vacina, explicou Queiroga.

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“Hoje, a distribuição é feita pelo critério de faixa etária. Estamos procurando corrigir essas pequenas distorções entre os estados para que a campanha continue de maneira homogênea”, esclareceu o ministro.

O ministro reforçou a importância das orientações do PNI para os municípios, que têm alterado a lógica de distribuição de doses estabelecida pela esfera federal. “Isso acarreta em dificuldades para oferecer as doses da forma que foi programada”, informou.

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