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Presidente da Fundação Palmares ironiza Regina Duarte por entrevista

Secretária da Cultura afirmou que Sérgio Camargo é 'ativista', um 'problema' e uma questão que 'logo vai ver'. Fundação é ligada à secretaria

Brasil|Do R7

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Sérgio de Camargo, presidente da Fundação Palmares
Sérgio de Camargo, presidente da Fundação Palmares

O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, criticou nesta segunda-feira (9) a secretária especial da Cultura, Regina Duarte, após ela afirmar em entrevista do Fantástico, da TV Globo, que ele seria “um problema". A Fundação Palmares é subordinada à Secretaria da Cultura.

Regina Duarte classificou Camargo como “ativista”. “Voltamos aí a essa situação da política que interfere no fazer cultural, na medida que temos uma pessoa que é um ativista mais do que um gestor público. Estou adiando esse problema, porque essa é uma situação muito aquecida, não quero que se desequilibre, ganhe mais espaço. Quero que baixe um pouco a temperatura. Logo logo a gente vai ver”, afirmou em entrevista exibida neste domingo (8).


Horas depois, Camargo fez uma crítica indireta por meio de sua conta no Twitter. “Bom dia a todos, exceto a quem chama apoiadores do Bolsonaro de facção e o negro que não se submete aos seus amigos da esquerda de ‘problema que vai resolver’”.

STJ libera nomeação de Sérgio Camargo para a Fundação Palmares


A nomeação de Camargo à Fundação Palmares, em novembro do ano passado, levantou bastante polêmica. Isso porque o jornalista, que é negro, fez uma série de declarações polêmicas sobre racismo e o período da escravidão no Brasil, além de defender o fim do Dia da Consciência Negra.

Antes de ser nomedo para chefiar a Fundação Palmares, órgão criado para promover a cultura afro-brasileira, ele descreveu como "nutella" o racismo no Brasil. "Racismo real existe nos Estados Unidos. A negrada daqui reclama porque é imbecil e desinformada pela esquerda", afirmou.

Sérgio Camargo também chegou a afirmar que a escridão no Brasil foi "benéfica" para os negros. "A escravidão foi terrível, mas benéfica para os descendentes. Negros do Brasil vivem melhor que os negros da África."

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