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Primeiro de Maio da Força Sindical foca críticas em alta da inflação 

Políticos e sindicalistas atacaram política econômica do governo Dilma

Brasil|Alexandre Saconi, do R7

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Sindicalistas seguram faixa pedindo a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o evento da Força
Sindicalistas seguram faixa pedindo a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o evento da Força

O tom do ato político da festa do 1º de Maio promovida pela Força Sindical, na praça Campo de Bagatelle, na zona norte de São Paulo, nesta quarta-feira (1º), circulou em torno do mesmo assunto: como a inflação afeta a renda do trabalhador brasileiro.

Entre os políticos e lideranças sindicais que estiveram presentes, alguns colocaram a culpa no governo federal, e outros em uma conjuntura mais ampla. A maioria, porém, foi unânime em dizer que a inflação, em especial sobre os alimentos, é a mais prejudicial aos trabalhadores mais pobres.


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) atacou a gestão Dilma relatando o governo atual perdeu o controle sobre a inflação. Entretanto, apontou que os avanços trabalhistas dos últimos 20 anos não são créditos de apenas um partido ou um governo, mas também da classe trabalhadora.

— Comemoramos por um lado as conquistas de vários governos, e principalmente da classe trabalhadora, mas estamos atentos para que a mais importante delas, que foi o combate à inflação, não se perca pela leniência do atual governo.


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Aécio ainda aproveitou o momento para atacar as dificuldades criadas para a fundação de novos partidos políticos, proposta ainda em tramitação no Congresso.

— O governo, agindo para impedir a formação de outras siglas partidárias que não lhe dão apoio, mostra também uma pouca capacidade de conviver com a democracia e as liberdades.

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