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Queiroga deve executar políticas definidas por Bolsonaro, diz Mourão

Vice-presidente corroborou com a primeira fala pública do novo titular da Saúde. Queiroga iniciou a transição com Pazuello hoje

Brasil|Do R7

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Para Mourão, em dois meses Brasil aumentará velocidade da vacinação
Para Mourão, em dois meses Brasil aumentará velocidade da vacinação

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, corroborou com a primeira fala pública do cardiologista Marcelo Queiroga, escolhido para assumir o Ministério da Saúde. Mais cedo, na chegada para iniciar a "passagem de bastão" com o atual titular, o general Eduardo Pazuello, que está de saída do cargo, o médico disse que a política de combate a pandemia "é do governo e não do ministro da Saúde", acrescentando que vai "dar continuidade" ao trabalho já exercido pelo seu antecessor.

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"A função do ministro quem define é o presidente da República. O ministro é um executor das decisões do presidente, até por isso o presidente é responsável por tudo", disse Mourão durante entrevista, nesta terça-feira (16), em Brasília.


Sobre a expectativa para o desempenho do novo ministro, que está chegando no momento mais difícil da pandemia, Mourão acredita que ele terá vida mais fácil do que o antecessor, uma vez que "as vacinas estão chegando".

"O programa que recebi do Ministério da Saúde é bem factível, então, acredito que em um mês e meio, dois meses, a gente vai aumentar a velocidade da vacinação. Então, talvez ele seja favorecido nisso aí", opinou. "No momento, a grande coisa é a vacinação. A solução é a vacina. Então acelerando a vacina a gente vai para um outro patamar", acrescentou.


Mourão destacou ainda que a função principal do ministro deverá ser a administração dos recursos e o rápido atendimento às demandas estaduais. "Acho que a questão principal aí, em termos de gestão, é a questão dos recursos serem bem empregados para não haver desperdício; estar atento ao que está acontecendo nos diferentes estados e buscar atender às necessidades do Estados a tempo e a hora."

Pazuello recebeu duras críticas em seus dez meses de gestão à frente da pasta pelo fato de demorar a tomar decisões, como no caso do colapso hospitalar em Manaus.

A respeito do futuro do atual ministro, Mourão afirmou que o colega de corporação deverá voltar às Forças Armadas. "Deve voltar para o Exército. Ainda tem um ano antes de passar para a Reserva. Ele passa para a Reserva obrigatória em julho do ano que vem."

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