Russomanno será o líder do PRB na Câmara em 2015
Deputado federal mais votado da história foi escolhido pelo partido neste domingo (1º)
Brasil|Do R7

O deputado federal Celso Russomanno foi escolhido neste domingo (1º) como o novo líder do PRB na Câmara Federal em 2015.
Eleito em outubro do ano passado com mais de 1,5 milhão de votos — o deputado mais votado nas Eleições 2014 —, Russomanno será a voz do partido nas discussões da Casa. O presidente da sigla, Marcos Pereira, demonstrou entusiasmo com a escolha.
— Russomanno vai conduzir os deputados do PRB para que sejam verdadeiros protagonistas da política nacional.
Nascido em São Paulo, Russomanno é formado em direito, se elegeu pela primeira vez em 1994, como deputado federal, e foi membro efetivo da Comissão de Defesa do Consumidor na Câmara dos Deputados. Em 1995, criou o Inadec (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor). Atualmente, participa do quadro Patrulha do Consumidor, no Programa da Tarde, da Rede Record.
Segundo informações do partido, o nome que vai liderar a sigla no Congresso em 2016 também já está acertado: o deputado baiano Márcio Marinho, que sucederá Russomanno no ano que vem.
Mudanças no Congresso
Um total de 513 deputados e 27 senadores, eleitos em outubro do ano passado, tomaram posse de seus cargos neste domingo (1º), o que provocou uma nova composição da Câmara e do Senado no Congresso Nacional. Na cerimônia de posse em Brasília, diversos políticos e celebridades marcaram presença para prestigiar os seus aliados.
O PT continua com a maior bancada da Câmara dos Deputados em 2015, com 69 parlamentares na Casa. Em seguida vem o PMDB (65 deputados eleitos) e o PSDB (54 deputados eleitos).
Com 49 votos, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) foi reeleito presidente do Senado Federal pelos próximos dois anos. É a quarta vez que o parlamentar vai assumir o cargo de presidente do Senado e, consequentemente, do Congresso Nacional
O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi eleito presidente da Câmara. Com a vitória, o PMDB permanece na liderança da direção da Casa por mais dois anos, consolidando o fim da alternância de partidos firmada anteriormente com o PT.














