‘Se cometemos erros, vamos superá-los’, diz presidente Dilma em pronunciamento de 7 de setembro
Presidente pede união de brasileiros para passar por travessia da crise
Brasil|Do R7

Em vídeo de oito minutos divulgado nesta segunda-feira (7) pelo Dia da Independência nas redes sociais a presidente Dilma Rousseff admitiu que o país passa por dificuldades, mas disse que elas são superáveis e pediu a união dos brasileiros.
— O que eu quero dizer, com toda a franqueza, é que estamos enfrentando os desafios, essas dificuldades, e que vamos fazer essa travessia. Se cometemos erros, e isso é possível, vamos superá-los e seguir em frente.
O remédio, segundo a presidente, pode ser amargo para enfrentar a crise, mas é necessário.
— Quero dizer a vocês: alguns remédios para essa situação, é verdade, são amargos, mas são indispensáveis. Medidas são necessárias para colocar a casa em ordem, reduzir a inflação, por exemplo.
Neste ano, o governo desistiu que a presidente fizesse um pronunciamento em cadeia de rádio e TV para comemorar o Dia da Independência e preferiu se manifestar apenas pelas redes sociais oficiais.
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A presidente atribui as dificuldades econômicas brasileiras à crise internacional, que segundo ela agora atinge os países emergentes e parceiros importantes do Brasil, em referência à China, grande comprador de commodities brasileiras e que enfrenta queda no crescimento.
— Nosso problemas também vieram lá de fora e ninguém que seja honesto pode negar isso.
Dilma também admitiu que parte da crise se deve à demora na retirada da política anticíclica, medidas tomadas para estimular o crescimento frente à eclosão da crise financeira mundial em 2008.
— As dificuldades e os desafios resultam de um longo período em que o governo entendeu que deveria gastar o que fosse preciso para garantir o emprego e a renda do trabalhador, a continuidade dos investimentos e dos programas sociais. Agora temos que reavaliar todas essas medidas e reduzir as que tiverem que ser reduzidas.
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O discurso da presidente pediu união e o fim das diferenças partidárias.
— Também sei que a união em torno dos interesses de nosso país e de nosso povo é a força capaz de nos conduzir nessa travessia. Devemos nessa hora estar acima das diferenças menores, colocando em segundo plano os interesses individuais ou partidários.
A crise mundial de refugiados também foi citada pela presidente, que disse que o Brasil está de ‘braços abertos para receber os refugiados’.
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Assista ao vídeo:
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