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Secretário do governo de SP dispara contra o ministro da Justiça: "cafajeste"

Após reportagem de Carta Capital, José Aníbal diz a site que Cardozo ajudou a forjar acusação

Brasil|Do R7

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Aníbal vai 'infernizar' petistas que teriam criado acusação contra ele
Aníbal vai 'infernizar' petistas que teriam criado acusação contra ele

Após reportagem da revista Carta Capital deste fim de semana ressurgir a suspeita de pagamento de propina na contratação de empresas para fornecer produtos e serviços ao Metrô e à CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), o secretário de Energia do Estado de São Paulo, José Aníbal, disparou contra o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o classificou como um "cafajeste".

Sobre o ministro da Justiça, Aníbal disse que Cardozo move uma ação contra ele.


— Acho até bom que ele esteja me processando porque vou ter a oportunidade de provar o que ele realmente é.

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Em entrevista ao portal Brasil 247, Aníbal criticou a postura da reportagem de Carta Capital, cujo título é Os Homens de Alckmin. O secretário elegeu seus principais desafetos — o ministro da Justiça, o deputado Simão Pedro (PT-SP) e o ex-diretor da Siemens Everton Rheinrheimer — e prometeu "infernizá-los".

— Eu é que vou assombrá-los.


Para Aníbal, o único objetivo da reportagem é pressionar o ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), a abrir uma investigação dos personagens políticos citados nas investigações do cartel do Metrô e da CPTM. Como tem foro privilegiado, por ser deputado federal licenciado, Aníbal seria investigado pelo STF em caso de abertura de inquérito.

Segundo secretário, os responsáveis pelas acusações são Cardozo, o deputado Simão Pedro e o ex-diretor da empresa alemã Siemens. Ao Brasil 247, Aníbal afirmou que "eles montaram tudo e mandaram esse senhor Rheinrheimer, que ainda vou ver preso, incluir meu nome".

A reportagem do R7 tentou contato com o secretário de Energia de São Paulo, mas não conseguiu contato até o fechamento desta reportagem.

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