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TCU diz que processos são analisados de forma técnica e imparcial

Dilma pediu que Antônio D'Ávilla não seja considerado testemunha de acusação no impeachment

Brasil|Do R7

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Dilma Rousseff pediu ao TCU que Antônio D'Ávilla fosse considerado apenas informante durante o julgamento do impeachment
Dilma Rousseff pediu ao TCU que Antônio D'Ávilla fosse considerado apenas informante durante o julgamento do impeachment

O TCU (Tribunal de Contas da União) divulgou nesta terça-feira (30) uma nota afirmando que os processos são analisados pelo órgão de forma técnica e imparcial.

Na quinta-feira (25), durante julgamento do processo de impeachment no Senado, a defesa da presidente afastada Dilma Rousseff pediu que o auditor do TCU Antônio D'Ávilla, que seria testemunha de acusação, fosse considerado apenas como informante, porque ele admitiu ter auxiliado o procurador do Ministério Público junto ao TCU a redigir a peça de acusação contra a presidente.


— O rito processual no TCU é amplo, complexo e compartimentalizado, envolvendo uma gama diversificada de atores, procedimentos previstos nas normas de auditoria e no regimento interno do Tribunal e, no fim, a decisão colegiada, o que revela o caráter técnico e imparcial dos trabalhos realizados nessa casa. 

De acordo com o tribunal, os processos avaliados no órgão passam por diversas instâncias técnicas antes de serem apreciados em plenário. Os processos que tratam de fiscalização passam por três instâncias opinativas: equipe de auditoria, diretor e secretário, e, conforme o TCU, o contraditório é rigorosamente observado.


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Depois de passar pela unidade técnica, os processos são enviados para o Ministério Público e, em seguida, os autos são encaminhados ao ministro relator sorteado, que elabora seu voto e acórdão para ser votado pelo colegiado do tribunal.


No caso de contas de governo, segundo o TCU, as unidades técnicas fazem auditorias na gestão das finanças públicas, na execução do orçamento e dos programas de governo e no Balanço Geral da União.

— Com isso, ao menos 50 técnicos se debruçaram sobre as informações das contas de governo para oferecer ao plenário uma análise técnica e embasada nas normas do TCU e nos padrões internacionais de auditoria.

Depois do parecer do Ministério Público, as contas são analisadas pelo plenário e o parecer é encaminhado para julgamento do Congresso Nacional.

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