Brasília Adolescentes do DF já podem tomar dose de reforço de vacina

Adolescentes do DF já podem tomar dose de reforço de vacina

Para receber a terceira dose contra a Covid, basta ter tomado a segunda há, pelo menos, quatro meses; veja pontos de vacinação

  • Brasília | Alan Rios, do R7, em Brasília

Adolescente recebendo vacina contra a Covid-19

Adolescente recebendo vacina contra a Covid-19

LEANDRO FERREIRA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO - 31.8.2021

Adolescentes entre 12 e 17 anos que moram no Distrito Federal podem tomar a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 a partir desta segunda-feira (30). Para receber o imunizante, basta ter tomado a segunda dose há, pelo menos, quatro meses. A lista com os pontos de vacinação pode ser acessada clicando aqui. A relação é atualizada diariamente pela Secretaria de Saúde.

Segundo a pasta, o DF tem 268.474 adolescentes nessa faixa etária. Desse total, 173.337 receberam a segunda dose há mais de quatro meses e estão aptos para receber o reforço. O número de jovens que nunca tomou nenhuma dose equivale a cerca de 10% do total — são 26.691 que ainda não procuraram os postos para a primeira dose. Outros 46.885 só receberam a primeira imunização e também estão com o ciclo vacinal incompleto.

A recomendação da dose de reforço foi publicada em nota técnica do Ministério da Saúde na última sexta-feira (27). O texto destaca que a vacina utilizada deve ser, preferencialmente, a da Pfizer. Contudo, em caso de falta, o Ministério libera a aplicação da Coronavac.

No DF, a Secretaria de Saúde divulgou que vai aplicar, a partir de amanhã, a Coronavac. A pasta informou que solicitou a reposição da Pfizer pelo governo federal. Os dois imunizantes são autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para essa faixa etária. A recomendação da terceira dose também vale para adolescentes gestantes ou puérperas.

A nota do Ministério da Saúde informa que o reforço ao esquema vacinal de duas doses se tornou necessário devido "à redução da resposta imune às vacinas observadas em alguns estudos e a circulação de novas variantes em um cenário onde ainda não atingimos coberturas vacinais ótimas".

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