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Adolescentes que ameaçaram massacres em escolas de Goiás são apreendidos

Polícia Civil apreendeu três jovens suspeitos de ameaçar massacres em escolas no Entorno do Distrito Federal

Brasília|Hellen Leite, do R7, em Brasília

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'Vão tudo morrer', dizem mensagens direcionadas à escola de Luziânia
'Vão tudo morrer', dizem mensagens direcionadas à escola de Luziânia

Três adolescentes foram apreendidos em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, após ameaçarem massacres a escolas. Os jovens foram detidos pela Polícia Civil de Goiás na terça-feira (16) na Operação Brick in the wall. Os agentes também cumpriram cinco mandados de busca e apreensão nas casas dos suspeitos.

"A partir de diligências realizadas pela equipe de investigações, foram obtidos elementos probatórios que embasaram os pedidos das medidas cautelares deferidas e cumpridas", informou a corporação. 

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Os adolescentes estão internados provisoriamente e serão investigados pela prática de atos infracionais análogos aos crimes de ameaça, incitação de crime e apologia ao crime. A investigação foi feita pela Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais.

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Ameaças

Em fevereiro, mensagens em tom de ameaça foram enviadas ao diretor do Colégio Estadual Vasco dos Reis Gonçalves, no distrito de Jardim do Ingá, e deixaram pais, alunos, funcionários e professores em estado de alerta.

Em uma das mensagens, houve a publicação da imagem de uma arma; em outra, relembra-se o atentado que resultou na morte de sete pessoas em uma escola de Suzano, no interior de São Paulo, em março de 2019, e também ao massacre de Columbine, nos Estados Unidos. "Vai todo mundo morrer", diz o texto das mensagens.

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Na época, o superintendente de Segurança Escolar e Colégio Militar da Secretaria de Educação do Estado de Goiás, Mauro Vilela, manifestou preocupação com o caso e informou que o policiamento na escola foi reforçado.

"O adolescente ainda não foi identificado, e estamos verificando a veracidade das mensagens. Há uma preocupação com o ambiente escolar como um todo. Então, assim que soubemos, acionamos as polícias da cidade para que intensificassem o policiamento nas redondezas da escola e em outros colégios da região", detalhou.

As ameaças fizeram a Secretaria de Educação do Estado de Goiás pedir o mapeamento dos protocolos de segurança utilizados nas escolas e estudar a antecipação de um programa de reciclagem para professores e gestores.

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