Advogados de Lula entregam ao TSE protocolo para quebra dos sigilos dele e da família
Pedido abrange a primeira-dama, Janja, e Lulinha, e cobra que Flávio Bolsonaro também abra seus dados bancários e telefônicos
Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

Os advogados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entraram com um pedido no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta terça-feira (20) solicitando a quebra de sigilo bancário e telefônico do petista, da primeira-dama Janja da Silva e do seu filho Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha. O requerimento exige, ainda, que o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro faça o mesmo.
O desafio foi feito durante o debate presidencial na Band TV no último domingo (18). Ao confirmar a ida dos advogados ao tribunal, ele voltou a cobrar o adversário e disse estar disposto a mostrar quem “é ladrão nesse país e quem é corrupto”.
“Vamos ver se ele tem coragem de abrir a vida secreta dele”, desafiou Lula durante uma agenda no Maranhão.
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📌A quebra de sigilo bancário permite o acesso a informações como movimentações financeiras, saldos e transferências. Já a quebra de sigilo telefônico permite obter registros de ligações, como números contatados, datas e horários, mas não dá acesso automático ao conteúdo das conversas.
Transporte público gratuito
Lula também confirmou o envio de uma PEC ao Congresso Nacional, propondo a gratuidade do transporte público nos finais de semana em todas as cidades brasileiras que contam com transporte coletivo.
Para o presidente, a gratuidade no transporte permitiria aos trabalhadores aproveitar melhor o tempo livre com familiares e amigos.
“Vou enviar ao Congresso Nacional uma PEC para garantir passe livre nos finais de semana em todas as cidades brasileiras que tenham transporte coletivo. Porque o trabalhador e a trabalhadora merecem mais do que tempo para descansar”, declarou em publicação na rede social X (antigo Twitter).
Uma pesquisa feita pela Associação Nacional de Transportes Urbanos mostra que, em cenário de universalização progressiva da tarifa zero, com aumento mínimo de 20% da oferta para absorver a elevação da demanda e possíveis migrações modais, o custo total poderia alcançar aproximadamente R$ 108,9 bilhões por ano.
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