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Alckmin diz que Brasil deve receber recorde de investimento estrangeiro direto em 2025

Segundo vice-presidente, até setembro, país recebeu US$ 63,3 bi em investimentos diretos; em todo o ano passado, foram US$ 71,1 bi

Brasília|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O vice-presidente Geraldo Alckmin prevê recorde de investimento estrangeiro direto no Brasil em 2025.
  • Até setembro de 2024, o Brasil recebeu US$63,3 bilhões em investimentos, superando os US$71,1 bilhões do ano anterior.
  • Em setembro, o país atingiu um recorde mensal de US$10,7 bilhões em investimentos externos.
  • O governo está em negociações com os EUA para reduzir tarifas sobre produtos, especialmente manufaturados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Geraldo Alckmin destaca recorde histórico de investimentos estrangeiros no país Valter Campanato/Agência Brasil

O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta segunda-feira (24) que o Brasil deve superar neste ano o montante total de investimento estrangeiro direto recebido em 2024 e encerrar 2025 com um fluxo recorde.


No ano passado, o país recebeu US$ 71,1 bilhões de investimento direto no país, segundo Alckmin.

“Este ano, até o mês de setembro, nós já atingimos US$ 63,3 bilhões. Então, nós deveremos bater um recorde de investimento externo direto, ultrapassando o ano passado”, avaliou Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.


Em entrevista a jornalistas na sede do ministério, Alckmin lembrou que, só no mês de setembro, o país recebeu US$ 10,7 bilhões de investimento externo direto, um recorde para o período.

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Em relação às negociações comerciais com os Estados Unidos, ele reiterou que o governo federal continua empenhado em retirar produtos da lista de exportações tarifadas pelos EUA, sobretudo os manufaturados.


Além disso, o governo trabalha com a possibilidade de editar uma nova medida provisória no final de dezembro ou início de janeiro se a MP para remediar os efeitos das taxas de importação que tramita no Congresso Nacional não for aprovada antes de perder a validade no próximo mês.

O vice-presidente também ressaltou que o governo ampliou o acesso às linhas de crédito do programa Brasil Soberano, voltado a empresas afetadas pelas tarifas norte-americanas.


“Empresa que tiver 1% afetado no seu faturamento para os Estados Unidos já pode acessar o crédito”, avisou ele, ressaltando que antes o acesso ao crédito era limitado a empresas que tinham pelo menos 5% de exportação para os EUA afetadas pelas tarifas.

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