Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília
‌

Alcolumbre arquiva PEC das Prerrogativas e oficializa fim de proposta no Congresso

Decisão do Senado confirma que texto não voltará a ser discutido no plenário

Brasília|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Davi Alcolumbre arquivou a PEC das Prerrogativas, oficializando o fim de sua discussão no Senado.
  • A proposta, aprovada na Câmara, visava dar autonomia ao Congresso em investigações contra parlamentares.
  • A CCJ rejeitou a PEC por unanimidade, citando inconstitucionalidade e retrocesso na moralidade pública.
  • Protestos populares influenciaram a decisão do Senado em rejeitar a proposta de forma definitiva.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmou arquivamento da PEC das Prerrogativas Reprodução/TV Senado - 24.09.2025

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmou nesta quarta-feira (24) o arquivamento da chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) das Prerrogativas.

A etapa oficializa o fim das discussões ligadas à proposta e enterra de vez a proposta, impedindo que o texto seja votado no plenário ou que possa ser apresentado algum recurso para retomar a análise do tema.

‌

Veja mais

Durante sessão no plenário do Senado, Alcolumbre explicou que o arquivamento foi determinado com base em um artigo do regimento interno do Senado que estabelece que, quando a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) emite um parecer aprovado de forma unânime pela inconstitucionalidade e injuridicidade de qualquer proposição, a matéria é considerada rejeitada e arquivada definitivamente.

“Esta presidência, com amparo regimental claríssimo, determina o seu arquivamento sem deliberação do plenário”, afirmou Alcolumbre.

‌

A PEC tinha sido aprovado pelo plenário da Câmara na semana passada. A proposta queria dar autonomia ao Congresso para decidir quando deputados ou senadores poderiam ser investigados ou presos.

O texto original previa que abertura de apurações contra parlamentares ou prisões em flagrante de congressistas precisariam ser confirmadas pelo plenário da Câmara ou do Senado.

‌

No último fim de semana, diversas cidades do país registraram protestos contra a proposta. A pressão popular foi um dos motivos que levou o Senado a rejeitar a PEC.

Votação na CCJ

No colegiado, a PEC foi rejeitada de forma unânime, por 26 votos a zero. O placar final contou com apoio do presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), mesmo sem registro oficial do voto.

‌

Tradicionalmente, o presidente vota apenas em casos de desempate.

O relator da proposta, Alessandro Vieira (MDB-SE), recomendou a rejeição do texto e argumentou que a PEC representava um grave retrocesso em relação à moralidade pública e à luta contra a impunidade.

“Confio que o plenário desta comissão rejeitará a PEC da Blindagem, virando uma página triste do nosso Legislativo e homenageando a nítida vontade popular, que clama por mais Justiça”, afirmou o senador ao votar.

Perguntas e Respostas

Qual é a situação atual da PEC das Prerrogativas?

O Senado arquivou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) das Prerrogativas, o que impede que o texto seja retomado dentro da Casa.

Como foi a votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)?

A PEC foi rejeitada de forma unânime na CCJ, com 26 votos a zero. O presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), também apoiou a rejeição, mesmo sem votar de forma oficial, por não ser um caso de desempate.

Qual é a expectativa para a votação no plenário do Senado?

O relator da CCJ, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), espera que a rejeição da PEC também seja unânime no plenário. Ele mencionou que não há necessidade de consulta ao plenário, pois considera que o projeto já se encerrou.

O que disseram os senadores sobre a proposta?

Otto Alencar criticou a proposta e acredita que haverá unanimidade na votação no plenário. Ele conversou com outros senadores e afirmou que a votação deve ocorrer à tarde para encerrar esse capítulo.

Há necessidade de uma nova votação da PEC?

Nos bastidores, parlamentares afirmam que não há necessidade de uma nova votação, mas essa etapa é defendida mesmo que de forma simbólica.

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.