Aloysio Corrêa da Veiga toma posse como presidente do TST
O ministro Mauricio Godinho Delgado será o vice-presidente, e o ministro Vieira de Mello Filho será o corregedor-geral

O ministro Aloysio Corrêa da Veiga tomou posse, nesta quinta-feira (10), como presidente da corte e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho. O ministro Mauricio Godinho Delgado será o vice-presidente, e o ministro Vieira de Mello Filho será o corregedor-geral da Justiça do Trabalho. Os novos dirigentes foram eleitos por unanimidade em sessão do Tribunal Pleno no dia 12 de agosto.
Leia Mais
Estiveram presentes ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), do STJ (Superior Tribunal de Justiça), do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), além de diversas autoridades.
Aloysio Corrêa da Veiga formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Entrou na magistratura em 1981, como juiz do trabalho substituto da 1ª Região (Rio de Janeiro). Em 1984, foi promovido, por merecimento, a juiz do Trabalho e presidente de Junta de Conciliação e Julgamento.
Em 1997, Aloysio Corrêa da Veiga foi promovido para o cargo de desembargador do TRT da 1ª Região e passou a presidir a 6ª Turma do Tribunal Regional. Permaneceu no TRT até 2004, quando foi empossado ministro do TST.
Ele ainda é professor Honoris Causa da Universidade Católica de Petrópolis e membro da Academia Brasileira de Direito do Trabalho, do Instituto dos Advogados Brasileiros, da Academia Brasiliense de Direito do Trabalho, do Instituto Brasileiro de Direito Processual, da Academia Paulista de Letras Jurídicas, da Academia Petropolitana de Letras e da Academia Petropolitana de Letras Jurídicas.
“A trajetória do novo presidente do TST e do CSJT é marcada por um espírito conciliador e de diálogo. Tanto na Corregedoria-Geral quanto na Vice-Presidência, Aloysio Corrêa da Veiga privilegiou a abertura de canais com instituições do Estado, empresas e sociedade na busca de soluções consensuais para os conflitos entre o capital e o trabalho”, diz a Corte.
Segundo o TSE, “nos últimos anos, mediações conduzidas por ele resultaram em acordo que evitaram ou encerraram greves de categorias como aeronautas, empregados de correios, eletricitários e petroleiros. Acordos de cooperação de sua iniciativa levaram a União, bancos e órgãos públicos a desistir de milhares de processos”.















