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Defesa de Bolsonaro diz que saúde do ex-presidente piorou e pede prisão domiciliar

Advogados falam em episódios de vômitos e soluços persistentes e cobram ‘máxima urgência’ da PF para concluir laudo médico

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao STF que ele seja transferido para prisão domiciliar devido à piora de sua saúde, com episódios de vômitos e crises de soluços.
  • O ministro Alexandre de Moraes pediu um laudo médico da Polícia Federal sobre as condições de saúde de Bolsonaro, que deve ser entregue em breve.
  • A defesa destacou que Bolsonaro corre risco de morte súbita se não tiver acesso a cuidados de saúde adequados e contínuos.
  • O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses na Papudinha, tendo sido transferido após novo pedido de prisão domiciliar por questões humanitárias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bolsonaro teve episódios de vômitos e crise de soluços acentuada nos últimos dias, diz defesa Ton Molina/STF - 09.06.2025

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu mais uma vez ao STF (Supremo Tribunal Federal) que ele vá para prisão domiciliar. Segundo os advogados, Bolsonaro apresentou piora nos últimos dias, com o surgimento de episódios de vômitos e crise de soluços acentuada.

Em 15 de janeiro, ao determinar a transferência de Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para a Papudinha, Moraes deu 10 dias para que a Polícia Federal elaborasse um laudo médico sobre a condição de saúde do ex-presidente. A partir desse documento, o ministro vai decidir se Bolsonaro deve ir para prisão domiciliar ou um hospital penitenciário.

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Até o momento, contudo, a PF não enviou o relatório, o que deve ocorrer nos próximos dias. Ao relatar a piora no quadro de saúde de Bolsonaro, a defesa do ex-presidente cobrou que a corporação conclua o laudo com “máxima urgência”.

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Defesa pediu que PF avaliasse risco de morte súbita

Em 19 de janeiro, Moraes encaminhou à Polícia Federal 39 perguntas formuladas pela defesa de Bolsonaro para avaliar se ele tem condições de cumprir pena em unidade prisional e a possibilidade de concessão de prisão domiciliar por motivos de saúde.

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Na decisão, Moraes também homologou a indicação do médico particular do ex-presidente, Dr. Cláudio Birolini, como assistente técnico da defesa.

Nas perguntas, a defesa fala de forma reiterada que Bolsonaro corre o risco de morte súbita devido a diferentes condições clínicas do ex-presidente e à inadequação do ambiente prisional. Os advogados pedem que seja avaliado se a falta de cuidados contínuos pode levar a eventos fatais repentinos.

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A defesa caracteriza o risco de morte não apenas como uma possibilidade remota, mas como um “risco concreto” e “previsível” caso Bolsonaro não tenha acesso a uma estrutura de saúde domiciliar complexa e contínua.

Bolsonaro cumpre a pena de 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista em uma Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

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Ele foi transferido da Superintendência da PF para lá justamente após a defesa apresentar novo pedido de prisão domiciliar por razões de saúde, sob o argumento de “questões humanitárias”.

Ao analisar o caso, Moraes afirmou que o ex-presidente passaria a ter “condições ainda mais favoráveis” na Papudinha, em sala igualmente exclusiva e com isolamento em relação aos demais presos da unidade.

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