Anac orienta passageiros com viagens ao Oriente Médio a contatarem empresas aéreas
Diversas empresas suspenderam voos em razão dos ataques; Itamaraty recomenda não viajar para localidades afetadas
Brasília|Bruna Lima, do R7, em Brasília
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) emitiu um comunicado neste sábado (28) orientando passageiros com viagem para o Oriente Médio a entrarem em contato com as empresas aéreas para confirmar a situação dos voos. O órgão também diz acompanhar a situação de voos que saíram do Brasil, mas precisaram retornar ao país.
“A Anac destaca ainda que os passageiros com voos partindo do Brasil devem ser assistidos conforme a Resolução 400/2016 em caso de atraso, cancelamento e remarcação de viagem”, diz a nota.
A referida resolução define direitos e deveres em voos domésticos e internacionais, incluindo assistência material obrigatória por atrasos e cancelamentos, regras tarifárias com venda de bagagens e prazos para reembolso.
O posicionamento da Anac vem após diversas companhias aéreas globais suspenderem voos em todo o Oriente Médio, após os Estados Unidos e Israel lançarem ataques contra o Irã. Por isso, a ANAC orienta a procura dos passageiros às empresas “para confirmar a situação dos voos antes de ir para o aeroporto, uma vez que há a possibilidade de reprogramação ou cancelamento”.
O que diz o Itamaraty
O Itamaraty divulgou, neste sábado (28), uma lista contendo países para os quais não recomenda viajar. No total, são 11 localidades: Irã, Israel, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia, Iraque, Líbano, Palestina e Síria.
Para os cidadãos brasileiros que já se encontram nos países citados, o Itamaraty orienta procurar abrigo próximo em caso de ataques ou bombardeios. “Se estiver em casa, priorize cômodos com, pelo menos, duas paredes entre você e a parede externa do edifício, como salas no térreo, escadas do porão, corredores internos e áreas sem janelas. Mantenha as portas dos corredores fechadas e, caso haja janelas, conserve-as fechadas”, completa.
Outra orientação é monitorar os comunicados e alertas oficiais das autoridades de cada região, bem como os sites e mídias sociais das embaixadas brasileiras nos locais.
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