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ANP autoriza Petrobras a retomar perfuração na Foz do Amazonas

Autorização vem acompanhada de exigências técnicas e medidas de segurança impostas à estatal

Brasília|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A ANP autorizou a Petrobras a retomar a perfuração na Bacia da Foz do Amazonas.
  • A perfuração havia sido paralisada devido a um vazamento de fluido no início do ano.
  • A autorização vem com exigências técnicas e medidas de segurança que a Petrobras deve seguir.
  • Entre as exigências estão a troca de selos das juntas do riser e o treinamento dos trabalhadores.

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Plataforma de petróleo em operação no mar
Entre as obrigações impostas pela ANP está o treinamento dos trabalhadores da Petrobras Divulgação/Agência Petrobras – 28.01.2019

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) autorizou a Petrobras a retomar a perfuração de um poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, que havia sido paralisada no início do ano devido a um vazamento de fluido de perfuração.

“Considerando as análises técnicas realizadas e as medidas mitigadoras propostas pela Petrobras, concluiu-se não haver óbice ao retorno das atividades de perfuração no referido poço, a partir do recebimento deste ofício”, disse a ANP.


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A agência, contudo, afirmou que a estatal foi notificada de que a retomada deverá seguir algumas condições. Entre elas, o treinamento dos trabalhadores e a troca de todos os selos das juntas do riser de perfuração — tubo que conecta o poço de petróleo no fundo do mar à sonda, que é a unidade de perfuração flutuante.

O vazamento

A Petrobrás comunicou o vazamento durante a perfuração de um poço na Margem Equatorial, o que provocou a perda de fluido de perfuração. Segundo a empresa, o problema foi identificado rapidamente e levou à interrupção das atividades para adoção de medidas de contenção.


De acordo com o especialista em segurança e estratégia internacional Rosinaldo Lobato Júnior, o incidente tem baixo potencial tóxico. “Trata-se de uma intercorrência que não ocorreu no poço principal, mas em cabos auxiliares, portanto fora da estrutura do poço. Houve o vazamento de um fluido de lubrificação da broca que, em tese, é projetado para ser descartado no mar ao final do uso. Por isso, a toxicidade é considerada baixa”, explica.

Rosinaldo Júnior acrescenta que o caso está sendo acompanhado por órgãos competentes e reforça a importância de monitoramento contínuo. “Esse tipo de risco é inerente à atividade, sobretudo em uma região distante, complexa e profunda. O Ibama acompanha a situação de perto e é fundamental que a sociedade também mantenha a vigilância, acompanhando a apuração conduzida pelo órgão ambiental”, conclui.

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