Autoridades dos Três Poderes lamentam morte de ex-ministro Raul Jungmann
Ex-ministro e diretor-presidente do Ibram morreu nesse domingo (19), vítima de um câncer no pâncreas
Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília
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Autoridades dos Três Poderes lamentaram a morte do ex-ministro Raul Jungmann, nesse domingo (18), em Brasília (DF). O diretor-presidente do Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração) tinha 73 anos e tratava um câncer no pâncreas. Desde novembro último, ele estava entre idas e vindas em um hospital particular da capital federal, por causa da doença.
Jungmann assumiu as pastas da Defesa e da Segurança Pública no governo Michel Temer (MDB). Antes, ocupou os cargos de deputado federal e vereador do Recife (PE), bem como de ministro do Desenvolvimento Agrário e de Política Fundiária, durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
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Poder Executivo
Por meio de nota, o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública), chefiado por Wellington César Lima e Silva, prestou solidariedade à família do político e elogiou a trajetória dele.
“O Ministério da Justiça e Segurança Pública lamenta profundamente o falecimento do ex-ministro Raul Jungmann. Neste momento de dor, o MJSP manifesta solidariedade aos familiares, amigos e a todos os que conviveram com ele, expressando sinceras condolências”, divulgou a pasta.
Poder Judiciário
O STF (Supremo Tribunal Federal) também publicou uma nota de pesar. O ministro Alexandre de Moraes recordou o trabalho junto a Jungmann durante os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016, enquanto Gilmar Mendes comentou que a partida de Raul o atingiu “de forma especialmente dolorosa”.
“Perco um amigo querido, cuja presença sempre inspirou confiança e serenidade”, escreveu Gilmar Mendes. “[Era] um homem público de rara integridade e de extraordinária densidade republicana.”
Poder Legislativo
No Congresso Nacional, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), lembrou a trajetória pública de Jungmann na Casa.
“Recebo com pesar a notícia do falecimento do ex-deputado federal, ex-ministro e presidente do Instituto Brasileiro de Mineração, Raul Jungmann. Ainda em dezembro [de 2025], em nome da Câmara dos Deputados, concedi a ele uma Moção de Louvor. Foi um reconhecimento da trajetória pública dele, de serviço prestado ao país”, declarou Motta.
No Senado, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), definiu Jungmann como “um dos mais capacitados e éticos homens públicos” que conheceu.
“A política brasileira perde um grande quadro, um homem de diálogo, firmeza e profundo compromisso com o interesse público”, ressaltou Randolfe.
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