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Arruda promete redução de gastos e ampliação da rede de saúde: veja propostas do candidato ao GDF

Durante sabatina no Balanço Geral DF, candidato do PSD apresentou propostas para saúde, educação, mobilidade e segurança

Balanço Geral DF|Do R7

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Durante a sabatina eleitoral do Balanço Geral DF desta segunda-feira (17), o candidato José Roberto Arruda (PSD) apresentou propostas para saúde, educação, mobilidade, segurança e gestão pública no Distrito Federal.

Na saúde, Arruda afirmou que a área será sua principal prioridade e prometeu dar posse, já no primeiro dia de governo, aos profissionais concursados. "A minha prioridade é saúde. Essa é a minha obsessão", destacou. Ele também anunciou a construção de cinco novos hospitais, no Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente, Hospital do Câncer e uma unidade de altas complexidades, além de defender mudanças no modelo de gestão da saúde pública.

Na educação, o candidato prometeu contratar novos concursados, retomar as escolas de tempo integral, valorizar professores e recuperar os índices de qualidade da rede pública. Para a mobilidade, propôs quatro novas linhas de metrô, expansão do BRT e do VLT, ampliação das ciclovias e medidas para reduzir o custo do transporte entre o DF e o Entorno.

Na segurança pública, Arruda defendeu o reforço do policiamento comunitário com policiais da reserva, a retomada de postos policiais e o uso de tecnologias de monitoramento. Também prometeu mudanças nas políticas para a população em situação de rua e afirmou que pretende alterar a localização de unidades de atendimento.

Para reduzir despesas e viabilizar os investimentos, o candidato propôs cortar cargos comissionados, limitar o número a 8.000, acabar com aluguéis de imóveis usados pelo governo e reestruturar o BRB (Banco de Brasília). Segundo Arruda, o enxugamento da máquina pública permitiria direcionar recursos para obras e serviços.

Questionado sobre condenações por improbidade administrativa e as tentativas de impugnação de sua candidatura, Arruda afirmou que está elegível e que o prazo de inelegibilidade já foi cumprido. O ex-governador detalhou que a Lei 219/25 estabelece que o período de oito anos de inelegibilidade começa a contar a partir da primeira condenação de segunda instância, que, em seu caso, ocorreu em junho de 2014, tendo expirado em 2022.

Ao final, disse que pretende voltar à vida pública para concluir sua trajetória com dignidade e trabalhar por uma Brasília com melhores serviços públicos, infraestrutura e gestão.

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