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Família de mulher que morreu após endoscopia no DF cobra respostas sobre procedimento

Mirani de Souza Dias, de 59 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória durante o atendimento e morreu dias depois

Balanço Geral DF|Do R7

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A família de Mirani de Souza Dias, de 59 anos, busca respostas sobre a morte da diarista após uma endoscopia realizada em uma clínica particular de Planaltina (DF). Segundo os familiares, ela saiu de casa acompanhada do marido para fazer um exame de rotina e entrou na clínica bem, sem apresentar sinais de que algo pudesse acontecer.

Poucos minutos depois, o marido percebeu uma movimentação diferente na clínica. Ao entrar na sala onde a mulher fazia o procedimento, encontrou Mirani sendo reanimada pelo médico. Ela havia sofrido uma parada cardiorrespiratória e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. A mulher foi levada ao hospital regional e, depois, transferida para um hospital particular em Ceilândia, onde permaneceu internada em estado grave.

Familiares afirmam que nenhum exame prévio foi solicitado antes e questionam a aplicação da anestesia e a estrutura disponível para atender uma eventual emergência. A família também estranhou o fato do médico que realizou o procedimento ter acompanhado Mirani até o hospital, mas o encaminhamento não ter ocorrido inicialmente para uma UTI.

Mirani era diarista e, segundo os parentes, cuidava da mãe, de 88 anos, além de um filho de 40 anos que necessita de cuidados especiais. A morte deixou a família ainda mais preocupada com quem ficará responsável pelos cuidados dos dois.

Os familiares também relatam que, ao retornarem à clínica para buscar documentos relacionados ao procedimento, encontraram o estabelecimento fechado e sem a identificação que havia anteriormente no local. Eles afirmam que registraram o caso e querem que as circunstâncias da morte sejam investigadas.

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