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Kiko Caputo promete choque de gestão e de honestidade para melhorar serviços públicos no DF

Candidato do Partido Novo concedeu entrevista nesta quarta-feira (19) ao Balanço Geral DF

Balanço Geral DF|Do R7

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Durante a sabatina eleitoral do Balanço Geral DF desta quarta-feira (19), o candidato Kiko Caputo (Novo) apresentou propostas para saúde, combate à corrupção, gestão pública, segurança, população em situação de rua e valorização dos servidores no Distrito Federal.

Na saúde, Caputo prometeu reduzir filas por meio de parcerias com a iniciativa privada, ampliar a estrutura hospitalar e construir novas unidades. “Enquanto não tivermos os meios necessários para o próprio poder público prover esse serviço essencial de saúde, a gente vai usar a capacidade ociosa da iniciativa privada para ultimar as cirurgias, fazer os atendimentos de consulta e iniciar os tratamentos”, destacou.

O candidato prometeu ainda reformar hospitais e aumentar o número de leitos. Entre as propostas, citou a construção do Hospital do Câncer, de um segundo hospital em Ceilândia, além de hospitais em São Sebastião e no Guará.

No combate à corrupção, Caputo afirmou que pretende ampliar a transparência do governo e utilizar tecnologia e inteligência artificial para fiscalizar contratos e identificar possíveis irregularidades. Segundo o candidato, os primeiros 100 dias de governo seriam suficientes para apontar erros e ilícitos cometidos contra o Distrito Federal.

Na estrutura do governo, Caputo criticou a existência de 33 secretarias e afirmou que pretende reorganizar a máquina pública. O candidato defendeu a valorização dos servidores concursados e disse que cargos de direção devem ser ocupados prioritariamente por profissionais preparados para executar e avaliar políticas públicas.

Para a população em situação de rua, Caputo afirmou que o problema envolve diferentes áreas, como saúde, assistência social, habitação, desenvolvimento econômico e segurança. O candidato defendeu a ampliação de casas de acolhimento com participação da iniciativa privada e do terceiro setor e afirmou que pretende resolver a questão em menos de um ano. Também criticou a forma como a segurança pública e a Justiça lidam com crimes cometidos por pessoas em situação de rua e defendeu medidas mais efetivas para evitar a reincidência.

“Quando a gente vê um morador em situação de rua é porque falhou a política habitacional, a política de segurança, a política de saúde pública, a política de desenvolvimento econômico e a política de assistência social”, pontuou.

Na segurança pública, Caputo afirmou que pretende combater crimes e garantir maior sensação de segurança à população. O candidato também criticou a demora na atuação do sistema de Justiça e defendeu mudanças para evitar que pessoas presas por crimes sejam rapidamente liberadas. Para as mulheres, prometeu ações para ampliar a segurança e combater casos de violência e feminicídio.

Na educação, o candidato defendeu a ampliação das escolas em tempo integral e afirmou que pretende preparar os estudantes para o mercado de trabalho. Também citou a necessidade de ampliar a oferta de creches próximas às residências das famílias. Caputo criticou os indicadores educacionais do Distrito Federal e defendeu mudanças na gestão para recuperar a qualidade do ensino.

Sobre os servidores públicos, Caputo afirmou que a proposta do Partido Novo não é reduzir o Estado, mas torná-lo mais eficiente. O candidato criticou o excesso de cargos comissionados e defendeu a recomposição de carreiras e a realização de concursos públicos. Segundo ele, o servidor concursado deve ser o principal responsável pela execução das políticas públicas.

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