BC abre investigação interna para apurar crescimento e liquidação do Master
Medida busca avaliar o que ocorreu com banco privado e como autarquia pode reforçar governança interna de fiscalização
Brasília|Do R7, com Estadão Conteúdo
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O BC (Banco Central) iniciou um processo interno para apurar o crescimento acelerado e a posterior liquidação do Master. A medida, determinada pelo presidente, Gabriel Galípolo, será conduzida pela corregedoria da autarquia federal.
No comando da diretoria do BC de 2019 a 2023, o ex-diretor de Fiscalização da instituição Paulo Sérgio Neves de Souza foi afastado do cargo por decisão de Galípolo, uma semana depois da liquidação do Banco Master, em novembro último. Em 19 de janeiro, ele pediu para deixar a função.
O mesmo ocorreu com o ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária do BC Belline Santana. Apesar disso, não há acusação formalizada contra quaisquer dos dois servidores.
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Por enquanto, não há prazo para o fim das investigações da Corregedoria do Banco Central, que tem autonomia para conduzir o caso. O objetivo da medida é permitir uma avaliação interna sobre o que ocorreu com o Master e de como o BC pode reforçar ações de governança de fiscalização.
‘Compensação’ sob análise
Nessa quarta-feira (28), o BRB (Banco de Brasília) informou, por meio de comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que o Master transferiu carteiras à instituição pública como “compensação” pelos títulos podres vendidos a ela — parte dos quais originados pelo Will Bank, liquidado em 21 de janeiro.
“Esses ativos encontram-se atualmente em processo de avaliação (valuation), a fim de que o BRB possa verificar sua real condição e a eventual adequação dos valores envolvidos”, afirma o documento.
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