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Bolsonaro atribui sensação de “paranoia” a uma medicação iniciada há quatro dias

Ex-presidente diz, em audiência de custódia, ter vivido “alucinação” durante a madrugada em que mexeu na tornozeleira

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Jair Bolsonaro revelo que começou a tomar um medicamento que pode ter causado sua 'paranoia'.
  • Ele tentou abrir a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda durante a madrugada após iniciar o uso de Sertralina.
  • O ex-presidente afirmou ter vivido uma 'alucinação', acreditando que a tornozeleira estava realizando escuta.
  • Bolsonaro negou intenção de fuga, alegando que a ação foi causada por alterações psicológicas devido ao novo medicamento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bolsonaro mostra a tornozeleira eletrônica na escadaria da Câmara dos Deputados Wilton Junior/Estadão Conteúdo/Arquivo

Jair Bolsonaro revelou, em audiência de custódia realizada neste domingo (23), ter começado a tomar um remédio há pouco tempo que pode explicar ’certa paranoia’ e posterior tentativa de retirar tornozeleira eletrônica.

Na madrugada de sábado (22), o ex-presidente tentou abrir a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda. Segundo o próprio Bolsonaro, a ação ocorreu após o uso de um medicamento recém-prescrito e a interação com outras substâncias receitadas por três médicos diferentes.


Bolsonaro declarou ter começado a tomar Sertralina, antidepressivo que teria sido indicado pela médica Marina Graziottin Pasolini, há quatro dias. Também mencionou tratamentos acompanhados pelos médicos Cláudio Birolini e Leandro Chenique.

Durante a oitiva, afirmou ter vivido uma “alucinação” envolvendo a tornozeleira, acreditando que o equipamento estaria realizando escuta. E que nunca havia sofrido situação assim antes.


Bolsonaro disse que caiu ‘na razão’

Segundo o ex-presidente, o episódio ocorreu por volta da meia-noite. Ele relatou ter usado um ferro de solda para tentar abrir o dispositivo e disse ter interrompido a ação ao “cair na razão”. Afirmou ainda ter comunicado imediatamente a situação aos agentes responsáveis.

Disse não haver testemunhas dentro da casa, onde estavam uma filha menor, um irmão e um assessor: todos estavam dormindo.


Perguntado pela defesa, Bolsonaro negou intenção de fuga e sustentou que a tentativa decorreu exclusivamente da alteração psicológica ocorrida após iniciar o uso do novo medicamento. Lembrou também incidente anterior, provocado por exame de tomografia, quando houve rompimento acidental da cinta.

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