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Ex-secretário de Educação de Sumaré (SP) é preso por suspeita de fraude em licitações

Operação da Polícia Federal ocorreu em cinco cidades e investiga desvios de dinheiro público em licitações da pasta, entre 2021 e 2025

Cidades|Giovana Cardoso, do R7, e Natália Martins, da RECORD, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ex-secretário de Educação de Sumaré, José Aparecido Ribeiro Marin, foi preso em operação da Polícia Federal.
  • A operação investiga fraudes em processos de licitação pública em cinco municípios de São Paulo.
  • Alvos da investigação incluem corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, com penas que podem somar até 60 anos de prisão.
  • Medidas cautelares incluem monitoramento eletrônico e afastamento de funções públicas dos envolvidos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Equipes também apuram eventual lavagem de dinheiro para ocultação da origem dos valores PF/Reprodução - Arquivo

A PF (Polícia Federal) efetuou, nesta quinta-feira (12), a quarta fase da Operação Coffee Break, para cumprir um mandado de prisão, uma medida cautelar e 10 ordens judiciais de busca e apreensão contra investigados por fraudes em processos de licitação pública. O ex-secretário municipal de Educação de Sumaré (SP) José Aparecido Ribeiro Marin foi preso.

A força-tarefa ocorreu nos municípios paulistas de Campinas, Jundiaí, Americana, Itu e Sumaré. O R7 não localizou a defesa de José Aparecido Ribeiro Marin. O espaço segue aberto para envio de posicionamento.


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Em uma das fases anteriores, a ex-nora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estava entre os alvos. Ela era casada com Marcos Cláudio Lula da Silva, filho de Marisa Lula da Silva e adotado pelo petista.

A operação desta quinta-feira (12) busca apurar supostas fraudes em licitações da Secretaria de Educação de Sumaré (SP), entre 2021 e 2025, e identificar eventual lavagem de dinheiro para ocultação da origem de valores desviados dos cofres públicos.


A medida cautelar cumprida envolveu a instalação de dispositivo de monitoramento eletrônico em um dos investigados, que não teve o nome divulgado. Além disso, a Justiça Federal determinou o afastamento daqueles que estavam em funções públicas dos respectivos cargos e ordens de constrição patrimonial.

Possíveis delitos

A PF também investiga crimes como triangulação financeira, devido a repasses de R$ 630 mil de uma conta indicada pelo ex-secretário para a conta da companheira dele, segundo identificado pela PF, além de interferência judicial e eliminação de provas.


Os investigados podem responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, contratação direta ilegal e organização criminosa, cujas penas somadas podem chegar a 60 anos de prisão.

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