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Bolsonaro disse não ter sofrido abuso policial ao ser preso para cumprir pena da trama golpista

Ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes como organização criminosa e golpe de Estado

Brasília|Joice Gonçalves, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STF homologou a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro após audiência por videoconferência.
  • Bolsonaro afirmou não ter sofrido abusos policiais durante sua detenção.
  • A Procuradoria-Geral da República confirmou a regularidade do procedimento de prisão.
  • O ex-presidente cumprirá pena de 27 anos e 3 meses.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ex-presidente Jair Bolsonaro está preso na Superintendência da PF, em Brasília Carlos Moura/Agência Senado

O STF (Supremo Tribunal Federal) homologou, nessa quarta-feira (26), a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro após a realização de uma audiência de custódia feita por videoconferência. O procedimento, previsto no CNJ (Conselho Nacional de Justiça), foi conduzido pela juíza auxiliar do gabinete da ministra Flávia Martins de Carvalho.

A sessão teve como objetivo verificar a legalidade da prisão efetuada na véspera, em 25 de novembro, pela Polícia Federal, além de assegurar que não houve abusos no cumprimento do mandado. O caso está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.


Defesa e PGR confirmam que não houve irregularidades

Bolsonaro participou da audiência acompanhado dos advogados João Henrique Nascimento de Freitas e Paulo Amador da Cunha Bueno. Ao ser questionado, afirmou não ter sofrido qualquer abuso ou irregularidade por parte dos policiais no momento da detenção, realizada na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.

A Procuradoria-Geral da República, representada pelo procurador Guilherme Mendes, também se manifestou pela regularidade do procedimento. Com isso, a juíza auxiliar homologou o cumprimento do mandado de prisão, registrando que todas as formalidades legais foram observadas.


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Informações prestadas pelo ex-presidente

Durante a etapa de perguntas de identificação, Bolsonaro declarou ser brasileiro, pai de cinco filhos e profissional das áreas militar e de educação física. Informou ainda possuir refluxo e apneia do sono, condições que exigem dieta específica e uso contínuo de cinco medicamentos.

Ele respondeu às perguntas de qualificação, mas permaneceu em silêncio quando indagado sobre questões de natureza criminal, conforme seu direito constitucional.


Com a homologação, a audiência foi encerrada e o ex-presidente pôde iniciar o cumprimento da pena, de 27 anos e 3 meses de prisão.

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