Brasília Bolsonaro e Rogério Marinho irão a Petrópolis na sexta-feira (18)

Bolsonaro e Rogério Marinho irão a Petrópolis na sexta-feira (18)

O presidente cumpre agenda oficial na Rússia e na Hungria, mas antecipará volta para sobrevoar áreas afetadas

  • Brasília | Bruna Lima, do R7, em Brasília

Petrópolis (RJ)

Petrópolis (RJ)

ALEXANDRE NETO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, anunciou nesta quarta-feira (16) que irá pessoalmente a Petrópolis, junto ao presidente da República, Jair Bolsonaro, para prestar assistência aos governos estadual e municipal. Fortes chuvas provocaram pelo menos 66 mortes na cidade. A viagem está marcada para sexta-feira (18). 

"Nós estaremos pessoalmente, com o presidente da República, para que todo o apoio seja dado. Para que haja a reconstrução e o apoio aos desabrigados e, ao mesmo tempo, a solidariedade para as famílias enlutadas", anunciou Marinho. Ele também afirmou que o governo federal já presta assistência ao estado do Rio e à Prefeitura de Petrópolis. 

Em viagem internacional, Bolsonaro deve antecipar a volta em algumas horas para poder sobrevoar a região afetada assim que pousar no Brasil, no aeroporto do Galeão. O mandatário ainda tem um encontro oficial com o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, nesta quinta-feira (17). Mais cedo, nesta quarta, ele se encontrou com o presidente russo, Vladimir Putin.

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, foi designado para acompanhar a situação, em nome do MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional). "Esse é o momento de nos solidarizarmos e cuidarmos das pessoas que estão fora das residências", completou Marinho. 

O número de mortos no temporal que atingiu a cidade da região serrana do Rio de Janeiro nesta terça-feira (15) subiu para 55. Outras 21 pessoas foram salvas com vida. Em coletiva de imprensa, o governador Cláudio Castro disse que "é quase uma situação de guerra", e que está havendo um "grande trabalho de solidariedade" para resgatar os moradores.

Atuam nos resgates mais de 400 bombeiros. No morro da Oficina, a estimativa é que 80 casas tenham sido afetadas. Também há registros graves em outras regiões, como 24 de Maio, Caxambu, Sargento Boening, Moinho Preto, Vila Felipe, Vila Militar e as ruas Uruguai, Washington Luiz e Coronel Veiga. 

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