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Câmara Legislativa aprova projeto que suspende prazos de concursos públicos no DF

Contagem será retomada em 1º de janeiro de 2027; proposta ainda precisa de sanção do governador Ibaneis Rocha

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou um projeto que suspende a validade dos concursos públicos até 1º de janeiro de 2027.
  • O projeto visa evitar que candidatos aprovados tenham seus prazos expirados sem serem convocados.
  • A proposta é de autoria do deputado Eduardo Pedrosa e busca garantir oportunidades de acesso ao serviço público durante a contenção fiscal.
  • A matéria aguarda a sanção do governador Ibaneis Rocha para entrar em vigor.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Texto é de autoria do deputado distrital Eduardo Pedrosa Tânia Rêgo/Agência Brasil - Arquivo

A CLDF (Câmara Legislativa do Distrito Federal) aprovou um projeto de lei que suspende os prazos de validade dos concursos públicos em vigor na capital. A proposta determina que a contagem só será retomada a partir de 1º de janeiro de 2027.

O texto é de autoria do deputado distrital Eduardo Pedrosa (União Brasil) e foi apresentado após os decretos de contingenciamento de despesas previstos para 2025 e 2026, que restringem a abertura de novas vagas e a nomeação de servidores.


Segundo o parlamentar, sem a suspensão, parte dos certames poderia perder a validade antes que os aprovados fossem chamados. “Sem esta suspensão, diversos concursos teriam seus prazos expirados, desperdiçando os recursos públicos investidos nos certames e frustrando a legítima expectativa dos aprovados”, afirmou.

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Pedrosa disse ainda que a proposta busca evitar prejuízo aos candidatos durante o período de contenção fiscal. “A ideia é fazer com que esse tempo não seja perdido, garantindo que as pessoas tenham a oportunidade de serem nomeadas e acessarem o serviço público para prestar um trabalho de qualidade à comunidade”, completou.


O projeto não proíbe eventuais nomeações. De acordo com o texto, a administração pública poderá convocar novos servidores em caso de necessidade e se houver disponibilidade orçamentária.

A matéria segue agora para a sanção do governador. Se for aprovada, a regra passa a valer após a publicação.

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