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Carlos Viana quer entregar a Mendonça relatório rejeitado da CPMI do INSS

Data para a entrega ao ministro do STF ainda não foi marcada; governistas também vão levar relatório alternativo aos órgãos competentes

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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Documento final tem de 4.000 página e pede o indiciamento de Lulinha Carlos Moura/Agência Senado - Arquivo

O senador Carlos Viana (Podemos-MG), que presidiu a CPMI do INSS, disse nesta terça-feira (31) que vai entregar o relatório elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça.

“Nós queremos entregar em mãos uma cópia do trabalho da CPMI, todo o relatório que foi barrado pela base do governo”, disse.


O documento final com mais de 4.000 páginas - que pedia o indiciamento de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula - foi rejeitado por 19 a 12, graças à base governista.

Segundo Viana, o relatório do Alfredo Gaspar é importante para que o Brasil saiba quem roubou os aposentados e pensionistas no escândalo das fraudes do INSS.


Blindagem

O senador afirma que houve uma blindagem durante o funcionamento da comissão por parte dos parlamentares.

Governistas chegaram a elaborar um relatório alternativo, com o ex-presidente Jair Bolsonaro entre as sugestões de indiciados, mas o texto não foi colocado em votação.


Nessa segunda (30), membros governistas da CPMI do INSS revelaram que vão entregar o relatório alternativo aos órgãos competentes, como PF (Polícia Federal) e PGR (Procuradoria-Geral da República), no dia 7 de abril.

A CPMI terminou na madrugada do último sábado (28), depois de sete meses de funcionamento, sem um relatório aprovado.

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