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Caso Master: diretor da PF evita críticas a Toffoli, mas reitera que corporação tem autonomia

Andrei Rodrigues acrescentou que os peritos da corporação já tiveram acesso aos materiais necessários às investigações

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, e Nathália Martins, da RECORD, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Professora Dorinha (União Brasil) e Eduardo Gomes (PL) empatam com 29% das intenções de voto.
  • Sem Eduardo Gomes, Professora Dorinha lidera com 40% das intenções de voto, seguida por Laurez Moreira (PSD) com 24%.
  • O governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) tem 28% das intenções de voto em um dos cenários analisados.
  • Barbosa é aprovado por 65% dos entrevistados, enquanto 31% desaprovam seu governo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Apurações entram em nova etapa nesta segunda (26), com início dos depoimentos dos investigados Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

Ao ser questionado sobre a investigações que envolvem o Banco Master, o diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, reafirmou que a corporação tem autonomia para atuar. Nesta segunda-feira (26), as apurações entram em nova etapa, com o início dos depoimentos dos suspeitos no caso.

“A Polícia Federal é uma instituição de Estado e, de fato, com autonomia — a qual tem sido garantida pelos ministros e pelo governo federal desde o primeiro dia de nossa gestão. Isso permite que realizemos nosso trabalho de polícia judiciária e administrativa da União com isenção e independência, como a polícia de Estado que somos”, ressaltou Andrei.


A declaração ocorreu durante o evento de formação de novos policiais da corporação, na Academia Nacional de Polícia Federal, em Brasília (DF).

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Questionado se o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli teria cerceado a autonomia da instituição ao impedir que peritos consultassem materiais apreendidos na Operação Compliance Zero, o diretor-geral evitou tecer críticas ao magistrado e ressaltou que os investigadores já tiveram acesso aos materiais necessários.


Desde a liquidação do Master, em novembro de 2025, a relatoria de Toffoli no processo é contestada, devido a decisões inusuais do ponto de vista jurídico e por supostas ligações com investigados.

Depoimentos

A PF começou a ouvir, nesta segunda-feira (26), oito dos investigados no inquérito que apura suspeitas de irregularidades na proposta de compra do Master pelo BRB (Banco de Brasília).


O foco das investigações, cujo processo se encontra no STF, é a suspeita de que o Master tenha vendido milhões de reais em carteiras de crédito fictícias ou sem lastro a diversas instituições financeiras, inclusive ao banco público do Distrito Federal.

Em setembro último, a transação acabou rejeitada pelo BC (Banco Central), que decretou a liquidação extrajudicial do Master dois meses depois.

Datas dos depoimentos

Segunda-feira (26)

  • Dário Oswaldo Garcia Junior, diretor de Finanças e Controladoria do BRB;
  • André Felipe de Oliveira Seixas Maia, diretor de uma das empresas investigadas;
  • Henrique Souza e Silva Peretto, empresário;
  • Alberto Felix de Oliveira, superintendente-executivo de Tesouraria do Banco Master.

Terça-feira (27)

  • Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de Operações Financeiras do BRB;
  • Luiz Antonio Bull, diretor de Riscos, Compliance, RH e Tecnologia do Banco Master;
  • Angelo Antonio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master;
  • Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master.
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