Caso Master: diretor-presidente da Amprev pede exoneração após ser alvo de operação da PF
Jocildo Lemos é investigado por suspeita de gestão inapropriada dos recursos do fundo de previdência dos servidores públicos do Amapá
Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília
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O diretor-presidente da Amprev (Amapá Previdência), Jocildo Lemos, pediu exoneração do cargo. A informação foi divulgada por meio de nota publicada no portal da instituição, nesta quarta-feira (11).
Na última semana, Jocildo esteve entre os alvos uma operação da PF (Polícia Federal) que investiga supostas irregularidades na gestão de recursos da previdência dos servidores públicos do Amapá. As suspeitas envolvem investimentos de R$ 400 milhões em letras financeiras do Banco Master, que teriam sido aplicados pela Amprev.
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Na nota publicada pela instituição previdenciária, Jocildo Lemos afirma que pediu exoneração “para que a Justiça atue com total independência” e para que “fique comprovado” que os procedimentos adotados sob gestão dele “observaram rigorosamente a legalidade”.
Leia o texto na íntegra:
“Seguindo com absoluto compromisso com a instituição, com os segurados e com a verdade dos fatos, apresento meu pedido de exoneração do cargo de diretor-presidente da Amprev.
Faço isso para que a Justiça atue com total independência e para que fique plenamente comprovado que todos os procedimentos adotados sob minha gestão observaram rigorosamente a legalidade, permitindo a identificação e a responsabilização dos verdadeiros culpados.
Reafirmo minha plena confiança na Justiça e na força dos fatos. Sob esta administração, o patrimônio da Amprev cresceu 41% entre 2023 e 2025, garantindo o pagamento de aposentados e pensionistas até 2059."
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