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PF investiga diretores de autarquia do Amapá por supostas fraudes ligadas ao Banco Master

Diretores do Instituto de Previdência são alvos de operação sobre Banco Master

JR na TV|Do R7

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Diretores da autarquia que administra as pensões dos servidores do Amapá foram alvos nesta sexta-feira (6) de uma operação da Polícia Federal que investiga supostas fraudes ligadas ao banco Master. Agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em Macapá. Os alvos foram o presidente do Instituto de Previdência do Amapá (Amprev), Jocildo Lemos, e dois integrantes do comitê de investimentos: Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves. A apuração envolve a aplicação de cerca de R$ 400 milhões do caixa do instituto no banco. 

Segundo fontes ligadas à investigação, os três participaram de decisões que autorizaram os aportes mesmo após alertas internos, em meio às investigações sobre o Master. Para a Polícia Federal, as operações financeiras teriam exposto o patrimônio do instituto de previdência dos servidores do estado a risco elevado. Os investigadores apuram se houve prejuízo ao patrimônio público. 

Em nota, a Amprev afirmou que se sente lesada pelos maus feitos do banco Master e que já ingressou com todas as medidas judiciais cabíveis, conseguindo, inclusive, o bloqueio de pagamentos ao banco. As defesas de Jocildo Lemos, Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves não foram localizadas. 

Hoje termina o prazo, às 23h59, para o Banco de Brasília apresentar ao Banco Central um plano para reforçar o caixa em pelo menos R$ 5 bilhões. Já o Fundo Garantidor de Crédito estima ter concluído o pagamento de 90% dos cerca de 800 mil clientes credores do Master, com desembolso total previsto de R$ 41 bilhões, o maior da história do fundo. 


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