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Caso Master: Toffoli recua e autoriza PF a periciar material apreendido em operação

Ministro do STF permite que quatro peritos da Polícia Federal analisem itens apreendidos durante operação nesta semana

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Dias Toffoli autorizou a Polícia Federal a periciar material apreendido na Operação Compliance Zero.
  • Essa é a segunda mudança de decisão do ministro, que inicialmente havia barrado o acesso dos policiais aos itens.
  • Toffoli designou quatro peritos da PF para a análise do material, com apoio da Procuradoria-Geral da República.
  • A operação cumpriu 42 mandados de busca contra Daniel Vorcaro e outros investigados por fraudes financeiras.

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Dias Toffoli
Dias Toffoli é relator de processos no STF envolvendo o Banco Master Gustavo Moreno/STF - 20.5.2025

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli autorizou nesta quinta-feira (15) a Polícia Federal a periciar o material apreendido na Operação Compliance Zero. A decisão do ministro é o segundo recuo em relação ao caso.

Primeiro, Toffoli barrou o acesso dos policiais ao que fora apreendido e determinou que tudo fosse remetido ao STF. Depois, autorizou que a PGR (Procuradoria-Geral da República) tivesse acesso a celulares e demais itens da apreensão autorizada pelo próprio ministro do STF.


Agora, em nova decisão, Toffoli permitiu que a PF faça a perícia do que estava lacrado após a operação realizada nesta quarta-feira (14).

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O ministro indicou quatro peritos da PF para analisar o material. Segundo Toffoli, esses profissionais “terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”.


A PF cumpriu 42 mandados de busca e apreensão contra alvos como o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, seus familiares e outros investigados por suspeita de envolvimento em operações financeiras fraudulentas.

Na sua decisão inicial, Toffoli tinha determinado que a PF enviasse todos os itens apreendidos para que ficassem acautelados no STF, antes de decidir como seria feita a análise.

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