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Família contesta pena de 26 anos para condenado por matar motorista escolar no DF

Crime aconteceu em 6 de fevereiro de 2025, em Samambaia, após uma discussão sobre uma vaga de estacionamento

Cidade Alerta DF|Do R7

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A família do motorista escolar Adriano de Jesus Gomes considera insuficiente a condenação de Francisco Evaldo de Moura Silva a 26 anos e 10 meses de prisão pelo assassinato. O crime aconteceu em 6 de fevereiro de 2025, em Samambaia (DF), após uma discussão sobre uma vaga de estacionamento. O Ministério Público pretende recorrer para tentar aumentar a pena para pelo menos 30 anos.

Adriano tinha 50 anos e foi baleado dentro de casa, na frente da esposa. Segundo a investigação, Francisco também atirou contra o filho da vítima, Gabriel Ferreira, que sobreviveu. O réu foi condenado por homicídio qualificado, tentativa de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, com início do cumprimento da pena em regime fechado.

“Uma pena muito branda para a pessoa que entrou aqui em casa e assassinou o meu pai na frente da minha mãe”, afirmou Gabriel. A viúva, Elaine de Cássia, também teme que o condenado volte a ameaçar a família caso deixe a prisão. “Para mim, ele é um homem que não serve para viver em sociedade”, declarou.

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