Comissão de Relações Exteriores define 5 eixos para ampliar atuação internacional do Brasil
Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) afirma que país precisa recuperar influência global
Brasília|Luiza Marinho*, do R7, em Brasília
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O deputado e presidente da Credn (Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional) da Câmara dos Deputados, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), anunciou nesta segunda-feira (23) as prioridades do colegiado para o ano legislativo e a criação de grupos de trabalho temáticos com o objetivo de reposicionar o Brasil no cenário internacional.
A estratégia foca em cinco pontos estratégicos: defesa e soberania, imigração, combate ao narcotráfico, tráfico humano e diplomacia.
A proposta, segundo o parlamentar, é consolidar essas pautas como diretrizes centrais da Comissão, fortalecendo a atuação do Legislativo em temas considerados estruturantes e ampliando a capacidade de formulação de políticas públicas.
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A avaliação é de que o Brasil perdeu influência internacional nos últimos anos e precisa recuperar protagonismo nas decisões globais.
“Trabalharemos para reposicionar o Brasil como uma nação previsível e confiável. Vamos lançar grupos de trabalho voltados ao combate ao tráfico humano, ao narcotráfico transnacional, além de temas ligados à diplomacia e à imigração, que são fundamentais”, apontou.
O deputado garantiu que a prioridade “não é fazer discussão ideológica nem partidária”.
“Estamos aqui selecionando projetos que podem fazer o Brasil avançar. Essa é a nossa conduta”, continuou Bragança.
Responsável por analisar política externa, defesa nacional e acordos internacionais, a Credn é uma das comissões estratégicas da Câmara.
De acordo com ele, a comissão passará a contar com grupos de trabalho específicos, como o de combate ao narcotráfico transnacional e o voltado ao enfrentamento do tráfico humano, além de frentes direcionadas à imigração, à diplomacia e à defesa.
A medida busca ramificar a estrutura interna da comissão, organizar as discussões por áreas estratégicas e gerar resultados práticos em proposições legislativas e iniciativas de fiscalização.
Para Orleans e Bragança, o Brasil perdeu relevância não por falta de recursos, mas por ter se afastado de seus interesses permanentes.
“A política externa brasileira deixou de servir ao Estado e passou a refletir agendas ideológicas. O resultado é claro: o Brasil não é ouvido, não é consultado e não influencia decisões relevantes. Isso não é neutralidade. É irrelevância. Vamos mudar isso”, concluiu.
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