Brasília Congresso fica alaranjado para alertar sobre risco de extinção de jumentos

Congresso fica alaranjado para alertar sobre risco de extinção de jumentos

Prédio do Legislativo foi iluminado na cor laranja nesta segunda-feira (20); quantidade de jumentos no Brasil diminuiu, segundo IBGE 

  • Brasília | Do R7

Cúpulas do Congresso iluminadas na cor laranja

Cúpulas do Congresso iluminadas na cor laranja

Rodrigo Viana/Senado Federal

O prédio do Congresso Nacional foi iluminado na cor laranja nesta segunda-feira (20) para chamar a atenção para o abate de jumentos. A ação ocorreu devido ao risco de extinção da espécie.

A iluminação especial nesta segunda foi proposta pelo deputado Ricardo Izar (Republicanos-SP). Os jumentos estão ameaçados por causa de uma demanda internacional por um produto chamado ejiao, que é produzido com o colágeno da pele dos jumentos. Esse tipo de comércio implica captura, transporte irregular, confinamento e abate para a exportação da pele dos animais.

Segundo os números mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre a quantidade de jumentos no Brasil, houve queda de 38% no número de animais da espécie de 2011 a 2017.

Além disso, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento, apenas em um abatedouro, 44 mil jumentos foram mortos de agosto de 2017 a setembro de 2018. Esse dado não abrange mortes ocorridas durante o transporte nem aquelas causadas por doenças.

Junho Laranja

A iluminação alaranjada também serviu para promover o Junho Laranja, campanha nacional de conscientização sobre leucemia e anemia. Neste caso, a iluminação, na mesma cor, foi solicitada pelo deputado Zacharias Calil (União Brasil-GO).

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a anemia é a condição na qual o conteúdo de hemoglobina no sangue está abaixo do necessário, resultado da ausência de nutrientes essenciais.

Já a leucemia, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), é uma doença maligna dos glóbulos brancos, e sua principal característica é o acúmulo de células doentes na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais.

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