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CPI do Crime Organizado: Mendonça autoriza irmãos de Toffoli a não comparecerem

O ministro acatou um pedido da defesa de José Eugênio Dias Toffoli e José Carlos Dias Toffoli

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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O ministro André Mendonça acatou um pedido da defesa dos irmãos de Toffoli Rosinei Coutinho/STF - 12.10.2025

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou que os irmãos do ministro Dias Toffoli não compareçam à CPI do Crime Organizado.

O ministro acatou um pedido da defesa de José Eugênio Dias Toffoli e José Carlos Dias Toffoli.


Na decisão, Mendonça entendeu que os dois foram convocados como investigados e podem não se autoincriminar. Se eles decidirem ir à comissão, poderão permanecer em silêncio.

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A CPI aprovou na quarta-feira (25) novos requerimentos. Entre as medidas, está a quebra de sigilo da Maridt Participações, empresa da qual o ministro do STF Dias Toffoli é sócio junto com os irmãos.


Banco Master no centro da apuração

O Banco Master entrou no foco das deliberações. A CPI solicitou ao Coaf o envio de Relatório de Inteligência Financeira e aprovou a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da instituição.

O período sob análise vai de 1º de janeiro de 2022 a 29 de janeiro de 2026. A investigação busca identificar operações financeiras atípicas, mecanismos de ocultação patrimonial e eventuais vínculos com organizações criminosas.


O colegiado também requisitou ao Coaf outro relatório, relacionado à transferência de sigilos da empresa CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A para a Reag, citada em apuração ligada a fraudes associadas ao Master.

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