CPI do DF aprova quebra de sigilo telefônico de suspeita de organizar atos extremistas
Colegiado também aprovou a investigação de comentários ofensivos no chat da transmissão ao vivo da CPI no canal da Casa
Brasília|Edis Henrique Peres, do R7, em Brasília

A CPI da Câmara Legislativa do Distrito Federal, que apura os atos extremistas do 8 de Janeiro, aprovou a quebra de sigilo telefônico de Ana Priscila Silva de Azevedo, ex-bancária e suspeita de organizar os ataques. Ela prestou depoimento na última quinta-feira (28) ao colegiado, quando disse que a polícia estava "inerte" no começo das manifestações e que não acreditava em um sistema eleitoral não auditável.
O colegiado também aprovou a investigação de comentários ofensivos no chat da transmissão ao vivo da CPI no canal da Câmara. Deputados citam declarações homofóbicas, xenofóbicas, machistas e de cunho religioso. A análise dos técnicos da Câmara Legislativa será apresentada para investigação da Polícia Civil do DF.
Nesta quinta (5), a CPI ouve o depoimento de Wellington Macedo de Souza, condenado a seis anos de prisão por tentativa de explodir uma bomba nos arredores do aeroporto de Brasília. Wellington Macedo estava foragido desde janeiro e foi preso no Paraguai em 14 de setembro.














