Da prisão, Bolsonaro é ouvido pela PF por chamar Lula de ‘cachaça’ e associá-lo ao tráfico
Polícia Federal vai apurar se Bolsonaro cometeu crime contra a honra do presidente
Brasília|Augusto Fernandes e Gabriela Coelho, do R7, em Brasília
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O ex-presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento à Polícia Federal nesta semana no contexto de uma investigação que apura declarações feitas por ele contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em redes sociais e plataformas digitais. A corporação vai analisar se as falas caracterizam crime contra a honra de Lula.
Bolsonaro foi ouvido no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela participação na trama golpista. O R7 tenta contato com a defesa do ex-presidente.
Algumas das manifestações de Bolsonaro ocorreram em março de 2025. A PF apura mensagens com ataques pessoais, insinuações e associações criminosas envolvendo Lula. A corporação analisa, por exemplo, um vídeo no qual o ex-presidente associa Lula ao tráfico de drogas no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro.
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Em outra publicação, ao reagir a uma fala do presidente sobre ter idealizado um golpe de Estado após o pleito de 2022 e um plano para assassinar autoridades, Bolsonaro negou as acusações e chamou Lula de “cachaça”.
“Lula, cachaça, o brasileiro sabe de sua índole e de como você chegou até aqui. Só um imbecil ou um canalha compra esse papo de plano de assassinato”, escreveu Bolsonaro na ocasião.
Na mesma postagem, o ex-presidente mencionou a facada sofrida durante a campanha de 2018, atribuindo o ataque a um “antigo militante do PSOL”, partido que classificou como “braço político de primeira hora” de Lula.
O ex-presidente também disse que adversários estariam sustentando uma “narrativa” sobre golpe para desviar a atenção de problemas do atual governo.

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