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Acidentes aéreos que marcaram a música brasileira são relembrados após morte de Rick

Mortes de artistas em acidentes de avião e helicóptero deixaram marcas na história da música brasileira

DF no Ar|Do R7

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A música brasileira já foi marcada por grandes tragédias envolvendo acidentes aéreos. Em 1996, os cinco integrantes dos Mamonas Assassinas morreram após o avião em que viajavam cair na Serra da Cantareira, em São Paulo.

Anos depois, Gabriel Diniz morreu em 2019, em uma queda de avião de pequeno porte em Sergipe, e Marília Mendonça perdeu a vida em 2021, quando a aeronave em que estava caiu em Caratinga, Minas Gerais.

Agora, outro acidente volta a chamar atenção. Rick, da dupla com Renner, morreu após a queda de um helicóptero em Urubici, na Serra Catarinense. Outras quatro pessoas que estavam na aeronave também morreram. As causas do acidente ainda são investigadas pelas autoridades.

Os casos chamam atenção para a rotina de artistas que percorrem grandes distâncias para cumprir agendas de shows. Cantores de sucesso costumam utilizar aeronaves particulares para conseguir chegar a diferentes cidades em pouco tempo, principalmente em períodos de maior número de apresentações.

No caso mais recente, o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) acompanha a investigação para identificar as circunstâncias da queda. Até o momento, não há uma conclusão oficial sobre o que provocou o acidente.

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