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No segundo de greve, mais de 1.300 vigilantes protestam por pagamento

Empresa terceirizada está com parcelas do FGTS em atraso e não forneceu uniformes novos de trabalho para os profissionais

DF no Ar|Do R7

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Mais de 1.300 vigilantes dos hospitais públicos e das UBS (unidades básicas de saúde) continuam de greve pelo segundo dia no Distrito Federal. Os trabalhadores reivindicam o pagamento das parcelas em atraso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e a entrega de novos uniformes de trabalho. Segundo o Sindesv DF (Sindicato dos Vigilantes), apenas alguns estão trabalhando em postos essenciais, como nas áreas de psiquiatria e maternidade.

A greve atinge os hospitais de Ceilândia, Brazlândia, Taguatinga, Samambaia, Planaltina e Sobradinho, além das UBSs dessas cidades. A categoria também reivindica pagamento das férias e dos salários atrasados pela empresa. Em nota, a Secretaria de Saúde do DF esclarece que os pagamentos correspondentes aos serviços prestados estão dentro dos prazos regimentais para liquidação. Pasta informa que acompanha a situação para não haver prejuízo aos serviços prestados.

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