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Reforma tributária exige atenção de pequenos empresários na escolha do regime

Empresas do Simples Nacional precisam avaliar créditos e impacto da tributação antes de escolher novo modelo

DF Record|Do R7

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A reforma tributária traz uma nova decisão para micro e pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional. Elas poderão manter os tributos reunidos em uma única guia ou optar pelo recolhimento separado da Contribuição sobre Bens e Serviços e do Imposto sobre Bens e Serviços. A escolha pode influenciar a competitividade de alguns negócios.

Há seis anos, Mariana Luz administra uma empresa de criação de marcas e design gráfico. Além dos projetos dos clientes, ela passou a se preocupar com os efeitos da mudança na tributação. O receio é que empresas maiores deixem de contratar prestadores que não gerem crédito integral dos novos impostos.

Para definir o modelo, especialistas orientam analisar os créditos gerados pelas compras e serviços utilizados pela empresa, o tipo de atividade e o perfil dos clientes. O pagamento separado não significa necessariamente pagar menos impostos, principalmente para empresas que prestam serviços a outras empresas.

O prazo para escolher o recolhimento separado da CBS e do IBS termina em 30 de setembro. A opção poderá ser cancelada até 30 de novembro. A orientação é colocar as contas no papel com o contador antes de tomar a decisão. Empresas enquadradas como MEI continuam com a guia mensal própria.

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