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Eleições 2026: Lula e Flávio Bolsonaro apostam em economia no confronto das redes sociais

Em uma publicação, o petista celebra o aumento de salário ligado a isenção do IR, enquanto parlamentar critica governo

Brasília|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil e o aumento do salário mínimo.
  • Flávio Bolsonaro criticou o governo, alertando sobre o déficit público de R$ 55 bilhões, que compromete as finanças do país.
  • A isenção do Imposto de Renda, aprovada pela Câmara dos Deputados, deve beneficiar cerca de 16 milhões de pessoas.
  • As previsões do Tesouro Nacional indicam um aumento da dívida pública brasileira, podendo chegar a 88,6% do PIB até 2032.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

calculadora com dinheiro ao lado
Aspectos econômicos serão ponto-chave no discurso para eleições Marcello Casal JrAgência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou as redes sociais nesta segunda-feira (2) para comemorar a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000 e o aumento do salário mínimo. Apesar do ânimo do petista, a oposição faz críticas às dívidas do governo. Cotado para disputar as eleições deste ano, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou a gestão e disse que “não vai sobrar Brasil pra contar história”.

A isenção do Imposto de Renda foi aprovada em outubro pela Câmara dos Deputados, por 493 votos a favor e nenhum contrário. Além de definir que não vai mais haver cobrança de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000, o projeto traz uma isenção parcial para pessoas com salários entre R$ 5.001 e R$ 7.350.


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Com a medida em vigor, os salários ficam mais altos a partir desta semana. Segundo estimativas do Ministério da Fazenda, 16 milhões de pessoas deverão ser beneficiadas.

Apesar disso, a oposição faz queixas ao rombo de R$ 55 bilhões deixado pelo governo Lula no setor público. Esse valor é referente ao deficit primário, ou seja, as receitas e impostos são menores que as despesas.


Entre os gastos que mais pressionaram as contas estão os benefícios previdenciários, que cresceram 4,1%, totalizando R$ 41,4 bilhões, e o BPC (Benefício de Prestação Continuada), com alta de 9,1%, alcançando R$ 10,8 bilhões. Despesas com pessoal e encargos sociais subiram 4,3%, chegando a R$ 16,9 bilhões.

Em janeiro, o Tesouro Nacional divulgou novas estimativas em que piora as projeções para a dívida pública bruta do Brasil, diante do nível elevado dos juros no país, prevendo uma trajetória de alta no endividamento até 2032, quando chegaria a 88,6% do PIB.


O Banco Central tem mantido a taxa Selic em 15% ao ano desde junho do ano passado, patamar mais alto em quase duas décadas.

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