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Eleições 2026: ‘Precisamos garantir que a democracia seja assegurada’, diz Cármen Lúcia

Presidente do TSE, a ministra discursou nesta terça (27) durante a abertura do seminário sobre os desafios no combate à desinformação no processo eleitoral

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Cármen Lúcia enfatiza a importância de assegurar a democracia nas eleições de 2026 durante seminário em Brasília.
  • O evento visa detalhar os planos de segurança para as eleições presidenciais.
  • A ministra expressa o desejo de um dia de votação tranquilo, sem violência, destacando a liberdade de escolha dos eleitores.
  • Ela defende que a eleição deve ser vista como uma festa democrática, não como um dia de conflitos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, reiterou a importância de assegurar a democracia no processo eleitoral para todos os brasileiros durante a abertura do seminário sobre os desafios no combate à desinformação, realizado nesta terça-feira (27) em Brasília.

O evento, organizado pela Justiça Eleitoral, busca detalhar os planos de segurança para as eleições presidenciais de 2026.


Ministra discursou durante a abertura do seminário sobre os desafios no combate à desinformação no processo eleitoral Reprodução/Record News

“Que o dia 4 de outubro, no primeiro turno, nós tenhamos um domingo de tranquilidades e alegrias cívicas, que bem nós merecemos, e como eu sempre lembro do Guimarães Rosa: sorte é isso, merecer e ter. O Brasil merece uma democracia e nós precisamos de garantir que eles têm as instituições trabalhando para que essa democracia afetiva e não conflituosa seja assegurada a todas as brasileiras e brasileiros”, disse a ministra.

Cármen ainda reiterou que “não quer nem imaginar” em violência nos dias de votação. Ela ressaltou que cada eleitor tem a liberdade de escolher seus representantes e que esse princípio precisa ser preservado.


“Nem penso em violência, não quero imaginar que nós vamos ter isso. O ex-ministro dessa casa, o ministro Carlos Britto, dizia que o dia da eleição é um dia de festa democrática, não é um dia de conflitos pessoais. Até porque cada pessoa tem o direito de escolher quem ele quer para ser o representante de acordo com o que ele acha que é com essa, com aquela pessoa que, se eleita, ele se apresenta e exerce o poder”, afirmou a presidente do TSE.

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