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Escala 6x1: Alckmin diz que redução da jornada de trabalho é tendência mundial

Vice-presidente rebate pedido de Skaf para adiar discussão sobre o fim da escala 6x1 em ano eleitoral

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Geraldo Alckmin defende a redução da jornada de trabalho como uma tendência mundial.
  • Ele contrapôs o pedido de Paulo Skaf, que desejava adiar a discussão sobre o fim da escala 6x1 até 2027.
  • Alckmin destacou a importância da evolução tecnológica na produtividade do trabalho.
  • Skaf argumentou que questões eleitorais podem interferir nas discussões sobre o tema.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em encontro com empresários, Alckmin defende debate aprofundado sobre jornada menor Cadu Gomes/VPR-04.02.2026

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira (23) que a redução da jornada de trabalho é uma tendência mundial após ouvir do empresário Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que o debate sobre o fim da escala 6x1 não deveria acontecer em ano eleitoral.


Durante reunião com empresários na sede da Fiesp, Alckmin citou a mecanização da agricultura e a automação da indústria, além da adoção da inteligência artificial em todos os setores, incluindo serviços, ao falar da evolução tecnológica que trouxe ganhos de produtividade ao trabalho.

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“Então, há uma tendência mundial de você ter uma redução do trabalho. Aliás, isso já vem acontecendo. Então, esse é um debate que não deve se fazer correria, deve aprofundar o debate, porque você tem situações muito distintas dentro do próprio setor produtivo. Mas é uma tendência”, declarou Alckmin.


Antes do vice-presidente, Paulo Skaf defendeu que o debate sobre a redução da jornada de trabalho, com o fim da escala 6x1, não acontecesse em ano eleitoral. Segundo o empresário, 6x1 e ano eleitoral “não combinam”.

“A gente precisa que essa discussão vá para 2027. Nós estamos abertos sempre a debater tudo. Só que, ano eleitoral, as emoções, os sentimentos, as motivações, muitas vezes se confundem com os interesses do país”, declarou Skaf.

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