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Escritório de mulher de Moraes confirma voos com ministro, mas nega presença de Vorcaro

Declaração ocorre após a divulgação de imagens que mostrariam Moraes e Viviane Barci desembarcando de jato ligado a banqueiro

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O escritório de Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, confirmou que ele a acompanhou em voos pela Prime Aviation.
  • Imagens divulgadas mostraram o casal desembarcando de uma aeronave da empresa, contradizendo negação anterior de Moraes.
  • O escritório esclareceu que Daniel Vorcaro, ex-sócio da Prime Aviation, não esteve presente nos voos.
  • Foi reiterado que a contratação de serviços de táxi aéreo não implica vínculo pessoal com os proprietários das aeronaves.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

'Em determinados voos, Viviane Barci foi acompanhada por seu marido'', afirma comunicado Reprodução/OGlobo

O escritório de Viviane Barci, mulher do ministro do STF Alexandre de Moraes, admitiu neste domingo (20) que o magistrado a acompanhou em voos realizados pela empresa de táxi aéreo Prime Aviation, ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro.

A declaração ocorre após a imprensa divulgar imagens que supostamente mostram Moraes e Viviane desembarcando de uma aeronave da companhia no aeroporto de Santos Dumont (RJ), em agosto de 2025. A admissão contradiz a declaração dada em março deste ano por Moraes, que negou ter viajado em qualquer avião de Vorcaro.

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Em nota, o escritório informou que contrata serviços de táxi aéreo de diferentes empresas, incluindo a Prime Aviation, da qual Vorcaro foi sócio.

“Em nenhum dos voos realizados em aeronaves da Prime Aviation com integrantes do escritório esteve presente Daniel Vorcaro ou qualquer outra pessoa alheia ao escritório. Em determinados voos, Viviane Barci de Moraes foi acompanhada por seu marido, o ministro Alexandre de Moraes”, disse.

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O comunicado afirmou ainda que a contratação de serviços de táxi aéreo não implica vínculo pessoal com os proprietários dos jatos e segue critérios operacionais. “A escolha das aeronaves utilizadas cabe às próprias empresas de aviação civil contratadas, neste caso, a Prime Aviation.”

O escritório concluiu a nota reiterando que não tem contrato de prestação de serviços advocatícios com a Prime Aviation nem adquiriu cotas da empresa.

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