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Ministro Edson Fachin diz que CNJ vai priorizar combate à violência contra a mulher

Presidente do STF presidiu, nesta terça-feira (10), a primeira sessão do colegiado após o recesso do Judiciário

Brasília|Da Agência Brasil

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Edson Fachin informa que o CNJ priorizará o combate à violência contra a mulher em 2023.
  • A declaração foi feita na primeira sessão do CNJ após o recesso.
  • O ministro Marco Buzzi está sendo investigado por denúncias de importunações sexuais.
  • O STJ decidiu afastar Buzzi de suas funções para investigar as denúncias de maneira adequada.

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Anúncio de Fachin ocorre em meio a investigação contra ministro do STJ por importunação sexual Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil- 10.02.2026

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), ministro Edson Fachin, anunciou nesta terça-feira (10) que o conselho terá este ano como prioridade o combate à violência contra a mulher.

A declaração foi dada na primeira sessão do CNJ após o recesso, quando citou as prioridades do conselho para este ano. “Conduziremos neste ano iniciativas importantes, especialmente de combate ao feminicídio e à violência contra meninas e mulheres”, afirmou.


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A fala de Fachin ocorre no momento em que o ministro Marco Buzzi, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), é investigado após duas denúncias de mulheres que o acusam de importunação sexual.

Na semana passada, o conselho recebeu a primeira denúncia contra o ministro, que tem 68 anos. Uma jovem de 18, filha de um casal de amigos do ministro, o acusa de tentar agarrá-la durante um banho de mar. O episódio teria ocorrido no mês passado, quando o ministro, a jovem e seus pais passavam férias em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina.


Na segunda-feira (9), o CNJ recebeu outra acusação e abriu uma nova apuração. E, nesta terça, o STJ decidiu afastar Buzzi da atividade jurisdicional para apurar os relatos. O ministro também é investigado por uma sindicância interna, que deverá ser finalizada em 10 de março.

Afastamento ‘desnecessário’

Em nota à imprensa, os advogados Paulo Emílio Catta Pretta e Maria Fernanda Ávila afirmam que o afastamento do ministro é desnecessário e que não há “risco concreto à higidez procedimental da investigação”.


“Forma-se um arriscado precedente de afastamento de magistrado antes do crivo do pleno contraditório. Aponta, por fim, que já estão sendo colhidas as contraprovas que permitirão, ao fim, a análise serena e racional dos fatos”, diz a defesa.

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